Compartilhemos o Batismo no Espírito Santo

No histórico encontro do Papa Francisco com a Renovação Carismática Católica, por ocasião das comemorações do Jubileu de Ouro, em junho de 2017, em Roma, o Santo Padre proferiu palavras que ecoarão ainda por um bom tempo em nossas mentes e corações. Dentre as inúmeras exortações e palavras de incentivo a nós dirigidas pelo Sumo Pontífice, uma tem ardido até hoje em nossos corações: “Compartilhe com todos na Igreja o Batismo no Espírito Santo”.

Esta precisa ser uma grande Graça, que nestes tempos, necessita ser ANUNCIADA e PROMOVIDA no seio da Igreja, como missão e apostolado da RCC. Em síntese, no Circo Máximo, em Roma, o Papa Francisco chamou a nossa atenção a respeito de dividir com todos a graça do Espírito Santo. Exortou para que não colocássemos o Espírito em gaiolas, fez-nos refletir que a corrente de graça é para toda a Igreja, não só para alguns, e ninguém de nós é o “senhor” dos outros. Vamos trazer esse tema à tona e destacar a importância dessa conscientização e do esforço necessário para promovermos essa graça.

Grifamos o seguinte trecho: “No primeiro capítulo do livro de Atos, lemos: ‘Quando estava à mesa com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa do Pai, que – disse – que você ouviu de mim: João batizou com água, mas em vez disso, não muitos dias, você será batizado no Espírito Santo (1: 4-5)’. ‘Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, um arrepio veio do céu, quase como um vento soprando impetuosamente, e encheu toda a casa onde estavam. Sobre eles apareceram como línguas de fogo, divididos e colocados em cada um deles, e todos foram preenchidos com o Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, na forma como o Espírito lhes deu o poder de se expressar (At 2, 1-4)’. Hoje estamos aqui como num Cenáculo ao ar livre, porque não tememos: ao ar livre e mesmo com o coração aberto à promessa do Pai. Estamos reunidos ‘todos nós crentes’, todos os que professam que ‘Jesus é o Senhor’”.

Para que haja um perfeito anúncio e experiência do Batismo no Espírito Santo para todos na Igreja, algumas palavras desse discurso são chave:

1 – “Não se afastar de Jerusalém” – Permaneçamos firmes e perseverantes em nossos Grupos de Oração (“Nossa Jerusalém”);

2 – “Estavam todos juntos no mesmo lugar…” – Nossa vivência fraterna cotidiana, que gera frutos de Pentecostes em nosso tempo, tão necessária e tão observada pelas pessoas que nos rodeiam;

3 – “com o coração aberto à promessa do Pai” – Acreditar que um Novo Pentecostes se realiza sempre que nos abrimos à Graça do Espírito em oração. A oração é nossa ligação direta com o Espírito de Deus;

4 – “Diversidade reconciliada” – Entender que, embora muitos, formamos um só corpo em Cristo. Somos diferentes, porém o Espírito que nos move e conduz é o mesmo.

O ANÚNCIO do PODEROSO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO, pedido por Francisco, a todo povo carismático, deve basear-se nestes quatro pontos para alcançar sua plena eficácia.

Em trechos finais do discurso, a exortação ao ANÚNCIO desta Graça de Pentecostes em tempos hodiernos, ainda ficam mais contundentes e convocativas: “… irmãs e queridos irmãos, desejo-lhe um tempo de reflexão, de memória das origens; um tempo para deixar para trás todas as coisas adicionadas pelo próprio ego e transformá-las em uma alegre audição e recepção da ação do Espírito Santo, soprando onde e como Ele quiser! Compartilhe com todos na Igreja o Batismo no Espírito Santo…”

Leandro Rabello
Grupo de Oração Mater Domine – Diocese de Campos (RJ)
Diretor da Escola Nacional de Formação de Líderes e Missionários RCCBRASIL
Membro da Comissão Nacional de Formação – RCCBRASIL
Coordenador Estadual do Ministério de Pregação RCCRJ

fonte: http://www.rccbrasil.org.br/espiritualidade-e-formacao/index.php/artigos/1804-compartilhemos-o-batismo-no-espirito-santo

MAIS

Roteiro de Leitura da Palavra – Mês de Julho

Irmãos e irmãs, pregadores do Estado do Rio de Janeiro

Dando continuidade a nossa leitura diária da Palavra, neste mês de julho, daremos início a leitura do livro dos Atos dos Apóstolos, onde somos chamados intensificar nossa intimidade com a Palavra de Deus e orando com o Espírito Santo para vivermos e testemunharmos estas Palavras.
Em cada dia, segue também, para rezarmos e refletirmos, um pensamento da Beata Elena Guerra.

Vamos juntos?

Consagração ao Espírito Santo
Ó Divino Espírito, que descestes com a abundância dos teus dons sobre a primeira comunidade reunida no dia de Pentecostes entre os muros do Cenáculo, eis diante de Vós estas pequenas servas oblatas que Vos suplicam que se renove sobre elas o mesmo que realizastes naquele dia memorável. Nós nos consagramos a Vós, oferecendo-te a nossa mente, a nossa vontade e o nosso coração.
Que a Vossa luz ilumine as nossas mentes, para que procuremos sempre a verdade, e não nos deixemos transviar por falsos profetas. Que a Vossa graça rejuvenesça as nossas vontades e as torne capazes de resistir às insídias do demônio e da corrupção; que os teus dons nos transformem em Apóstolos com a Palavra e com o exemplo.
Ó Divino Espírito, reaviva em nós os prodígios da graça que se realizaram na primeira comunidade cristã; transforma-nos em hóstias viventes, e faz que vivendo em Vós, ofereçamos nossas vidas em oblação e sacrifício pela santificação e fidelidade de todos os Ministros Ordenados e levemos à Igreja e a Cristo Redentor àqueles que nos rodeiam, contribuindo assim ao plano maravilhoso da salvação da humanidade que em Pentecostes teve os primeiros frutos. Amém!

DIA 01: Atos 1 – “É necessário elevar o nosso coração a Deus para receber o Espírito Santo.”

DIA 02: Atos 2 – “O amor e só o amor faz tudo!”

DIA 03: Atos 3 – “O Espírito Santo é a tua vida e tu não podes fazer nada de bom sem Ele.”

DIA 04: Atos 4 – “É necessário que o Espírito Santo forme em nós o homem novo, portanto precisamos lhe pedir com fervorosas súplicas que nos conceda esta graça; porque sem o Espírito Santo ficaremos sempre como somos!”

DIA 05: Atos 5 – “Do Espírito Santo provem às almas todo o auxílio para a sua santificação. Do Espírito Santo procede a graça que faz brotar nos corações a preciosa semente da virtude. É dEle aquele divino fogo do amor que alimenta e faz crescer os bons desejos e os amadurece em obras de perfeição. Procede do Espírito Santo aquele ardor de bem querer que leva a trabalhar com santa generosidade. Do Espírito Santo emana aquela suave caridade que une o coração humano a Deus. Do Espírito Santo vem aquela paz necessária para progredir no bem. Do Espírito Santo provem as consolações que restauram e fortalecem o espírito, o suportam na dor e o impelem aos mais altos empreendimentos.”

DIA 06: Atos 6 – “A alma necessita do Espírito Santo, sem o qual não se encontra em nós qualquer bem. A santa Igreja adverte-nos que não pode existir nada de inocente no homem que não tenha em si o Espírito Santo. E São Paulo ensina-nos que sem o auxílio do Espírito Santo não podemos sequer invocar o santo Nome de Jesus.”

DIA 07: Atos 7 – “É o Espírito Santo que faz os santos. Aspirar a tão grande destino e não ser devotos do Espírito Santo é uma contradição.”

DIA 08: Atos 8 – “Que coisa de melhor para nós do que ser guiados e sustentados pelo Amor?”

DIA 09: Atos 9 – “A nossa alma, mesmo quando é ingrata e rebelde, não pode ter melhor amigo do que o Espírito de Deus.”

DIA 10: Atos 10 – “O Pentecostes recorda aos cristãos a presença contínua do Espírito Santo sobre a terra. Portanto esta solenidade não é só a comemoração de um acontecimento realizado nos tempos passados, mas é a garantia de uma contínua realidade sempre viva entre nós, isto é, a presença do Espírito Santo: dado que Ele está entre nós não menos do que esteve no Cenáculo no dia de Pentecostes, embora esteja inacessível aos nossos sentidos. O Salvador assegura-nos esta presença e permanência.”

DIA 11: Atos 11-Recuperar alguma leitura perdida – “As principais disposições para receber o Espírito Santo são quatro:
– desejá-lo e invocá-lo com fervorosa e perseverante oração.
– libertar o coração de todo o afeto que não se dirige para Deus.
– humilhar-se e reconhecer o nosso nada e a necessidade que temos do Divino Mestre.
– prometer-lhe obediência e preparar-se para fazer e sofrer tudo o que agradar a Deus; para que Ele esteja em nós e seja por nós glorificado no tempo e na eternidade.”

DIA 12: Atos 12 – “Eis os meios principais para que o Espírito Santo habite em nós:
– abandono com docilidade à sua conduta;
– não resistir à luz interior das suas inspirações, mas aceitá-las;
– nunca permitir que as criaturas ocupem sequer uma pequena parte do nosso coração que é o seu templo.
– aproveitar as ocasiões para praticar as virtudes e fazer obras com santo fervor;
– alimentar um fervoroso e constante espírito de oração;
– conservar sempre acesa no coração a chama do amor celestial.”

DIA 13: Atos 13 – “Deveres que temos para com o Amor Eterno:
– procurar conhecê-lo melhor;
– adorá-lo – agradecê-lo – amá-lo;
– nunca o entristecer – rezar a ele continuamente.”

DIA 14: Atos 14 – “O Espírito Santo é o Deus de todos; veio, vem e sobrevém para todos a fim que todos não só o conheçam, mas ainda o recebam em si, e sejam cheios dos seus preciosos dons.”

DIA 15: Atos 15 – “O mistério de Pentecostes é um mistério permanente; o Espírito continua a vir sobre todas as almas que verdadeiramente o desejam.”

DIA 16: Atos 16 – “Não foi somente sobre os Apóstolos que desceu o Espírito Santo, como mostrou também por meio de sucessivas aparições nos dias que se seguiram a Pentecostes, mas vem para todos os fiéis, em todos os lugares, em qualquer idade, basta que o queiram, que O invoquem, e lhe dêem lugar no próprio coração.”

DIA 17: Atos 17 – “A solenidade de Pentecostes não é uma simples comemoração de tão grande mistério: é o verdadeiro renovamento porque o mesmo Espírito que visivelmente desceu sobre Igreja nascente, continua a descer invisivelmente sobre os fiéis para acender nos seus corações o fogo do divino Amor.”

DIA 18: Atos 18 – “No dia de Pentecostes, o Espírito Santo desce como Santificador, e requer um forte desapego dos bens terrenos, como Mestre, portanto escuta-O na solidão, no recolhimento, e como Consolador, mas por isso deves renunciar a tudo o que não é de Deus.”

DIA 19: Atos 19 – “A vinda do Espírito Santo no Cenáculo foi como o beijo da reconciliação dado por Deus à humanidade, redimida com o Sangue de Jesus Cristo.”

DIA 20: Atos 21 – “Se o «Vem», aquele abençoado «Vem» que a partir do Cenáculo a santa Igreja não cessou nunca de repetir, se tornasse tão popular com o «Ave»!”

DIA 21: Atos 22 – “O que é que pode faltar à alma que pode dizer ao Espírito: «Vem»?”

DIA 22: Recuperar alguma leitura perdida – “Vem! Quer dizer: concede-Te as nós mesmos, ó Espírito Santo: dá – Te a nós! Com o «vem» pedimos mais que uma graça, antes a Fonte das Graças; pedimos o eterno Amor, pedimos Deus! Vem!

DIA 23: Atos 23 – Às vezes a devoção ao Espírito Santo não é bem compreendida e poderia haver quem por um «Veni» ou sete «Pater» rezados todos os dias ao Espírito Santo, acredita ser seu devoto, enquanto entretanto não se preocupam de o entristecer levando uma vida tíbia e pecaminosa.”

DIA 24: Atos 24 – “Com o Espírito Santo, podemos praticar todo o bem e sem Ele não podemos nada. Aqueles que nunca se corrigem das suas imperfeições ou dos seu vícios e querem desculpar-se repetindo: “não consigo”, venham e digam se recorreram com fé e perseverança ao Espírito Santo no qual devem viver, agir e permanecer.”

DIA 25: Atos 25 – “Dizia bem o santo Cura D’ars que meditar esta dulcíssima verdade, isto é, haver e reter o Espírito Santo em nós, é morrer de alegria”

DIA 26: Atos 26 – “A Luz do Espírito Santo vem com toda a boa inspiração; vem com a Palavra de Deus que ouvimos ou lemos;vem com os bons exemplos que vemos; e muito mais, vem quando devotamente a pedimos ao Espírito Santo”

DIA 27: Atos 27 – “Deves levar a cordialidade até a perfeição”

DIA 28: Atos 28 – “Coragem: os barcos de Deus navegam sempre entre as tempestades. Tem grande confiança e tranquilidade. Espera todos os dias que Deus dê a conhecer a Sua santa vontade: as culpas, as angústias, as incertezas. Assume as cruzes, tudo por amor de Deus, e para ir adiante.”

DIA 29: (RECUPERAR ALGUM ATRASO) – “O que é que deve fazer uma alma tíbia para se converter? Terá talvez que multiplicar as suas práticas de piedade? Não, deve somente fazer bem e com atenção tudo o que faz habitualmente com descuido e por hábito”

DIA 30: (RECUPERAR ALGUM ATRASO – “Para a santificação da tua alma não se pede senão uma constante e sincera boa vontade.”

DIA 31: (RECUPERAR ALGUM ATRASO) – “Enquanto andarmos agitados, o Espírito Santo não fala.”

UNIDOS NO SENHOR!
EQUIPE ESTADUAL DO MINISTÉRIO DE PREGAÇÃO RCCRJ

obs.: A Arquidiocese do Rio de janeiro estará realizando estas leituras no mês de agosto

MAIS

Roteiro de Leitura da Palavra – Mês de Junho

Irmãos e irmãs, pregadores do Estado do Rio de Janeiro”

Somos chamados a anunciar a Palavra e, para tanto, precisamos comê-la! A Dra Mary Heally, no último ENF, em nosso workshop dizia-nos: “Se você não come a Palavra de Deus, então não pregue; mas se você a come, então pregue e as pessoas terão seus corações inflamados.”

Nesse sentido, gostaria de propor um roteiro de leitura dos evangelhos em um mês, com o intuito de nos determos mais tempo diante desta Palavra. O programa consiste em lermos DURANTE O MÊS DE JUNHO todos os 4 Evangelhos….

Vamos juntos?

DIA 1: Mateus 1 – 3
DIA 2: Mateus 4 – 6
DIA 3: Mateus 7 – 9
DIA 4: Mateus 10 – 12
DIA 5: Mateus 13 – 15
DIA 6: Mateus 16- 18
DIA 7: Mateus 19 – 21
DIA 8: Mateus 22 – 24
DIA 9: Mateus 25 – 28
DIA 10: Marcos 1 – 3
DIA 11: Marcos 4 – 6
DIA 12: Marcos 7 – 9
DIA 13: Marcos 10 – 12
DIA 14: Marcos 13 – 16
DIA 15: Lucas 1 -3
DIA 16: Lucas 4 – 6
DIA 17: Lucas 7 – 9
DIA 18: Lucas 10 – 12
DIA 19: Lucas 13 -15
DIA 20: Lucas 16 – 18
DIA 21: Lucas 19 – 21
DIA 22: Lucas 22 – 24
DIA 23: João 1 – 3
DIA 24: Joã0 4 – 6
DIA 25: João 7 -9
DIA 26: João 10 – 12
DIA 27: João 13 – 15
DIA 28: João 16 – 18
DIA 29: João 19 – 21
DIA 30: Recuperar algum dia que ficou para trás.

Obs.: A Arquidiocese do R.janeiro está realizando estas leituras no mês de julho.

MAIS

Projeto: PREGADOR: pedra preciosa nas mãos do Senhor!

INTRODUÇÃO

Entrai de novo no Cenáculo!”

Que minha Palavra brilhe em vocês e por isso também nos outros.”
(Profecia dada ao MP RCCRJ)

Este é o desejo do Senhor, neste tempo, para a RCCRJ: que voltemos ao Cenáculo! Mais ainda, que de lá não saiamos!

O presente projeto visa,antes de tudo,fazer esta vontade do Senhor: estarmos no Cenáculo e lá,cheios do Espírito,anunciarmos a Palavra de Deus com a mesma parresia de Pedro naquele evento de Pentecostes.Sermos os diamantes lapidados para irradiar a luz e a beleza da Palavra que move nossas vidas,que move nossa caminhada.

Com uma reflexão espiritual, queremos desenvolver este projeto com quatro atitudes:

1 – O GARIMPO – CHAMADO E AUTOCONHECIMENTO

Para que encontremos pedras preciosas é preciso garimpar. Nesta primeira fase do projeto objetivamos encontrar novos pregadores, despertar os irmãos com carisma adormecido e acompanhar de perto os que já exercem o ministério há algum tempo.

  1. Fazer uma análise, em cada grupo de oração, se há servos que ainda não pregam e possuem chamado a este ministério;

  2. Detectar se há servos que já pregaram e atualmente não pregam mais.Refletir sobre os motivos que o levaram a não pregar mais.Acolher,amar,trazê-lo de volta,quando não houver nenhum impedimento e ,conforme o discernimento do núcleo do grupo de oração,convidá-lo a pregar novamente;

  3. Analisar em que momento a formação do pregador está deficitária ou foi interrompida;

  4. Preparar listagens relatando este acompanhamento para oferecer a formação necessária para cada realidade.

2 – A LAPIDAÇÃO – FORMAÇÃO, REFLEXÃO, ESTUDO

A definição de lapidação é uma técnica para modelar um material, geralmente, uma pedra preciosa, mas também se aplica a metais e outros materiais. A lapidação de Deus tem um propósito: nossa maturidade!

A formação é uma forma de lapidação do pregador.

2.1 – APLICABILIDADE DO MATERIAL DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO DO MINISTÉRIO

  • Para participar das formações específicas de ministérios, é preciso antes passar pela formação do Módulo Querigma (SVE, Experiência de Oração e Aprofundamento de Dons) e Módulo Básico de Formação (Escola Nacional de Formação – as 11 apostilas);

  • O participante deve ter assiduidade nas formações e assisti-las integralmente.

Para a Formação específica do MP:

  • Se Formação Mensal, em dia de semana, com encontros de 2 horas:

Apostila 1 – O Ministério, O Pregador e a Pregação no Grupo de Oração

1º Encontro: O Ministério

2º Encontro: O Pilar do Ministério de Pregação

3º Encontro: Chamado

4º Encontro: Personalidade a Serviço /Estilos de Pregação

5º Encontro: A Oração Pessoal na Vida do Pregador

6º Encontro: Pregação Querigmática – O Anúncio da Palavra de Deus no Grupo de Oração

7º Encontro: Pregação Inspirada – Ciclo Carismático

8º Encontro: Lectio Divina

Apostila 2 – A Palavra e a Pregação – Roteirização

9º Encontro: A História que a Bíblia Conta

10º Encontro: Critérios para Ler a Bíblia

11º Encontro: Delimitação Textual

12º Encontro: Segmentação Textual

13º Encontro: Gêneros Literários

14º Encontro: Roteiro de Pregação a partir do Tema (com exercício)

15º Encontro: Exercício de Retomada do Roteiro a partir do Tema

16º Encontro: Roteiro de Pregação a partir da Análise Narrativa (com exercício)

17º Encontro: Exercício de Retomada da Pregação a partir da Análise Narrativa

18º Encontro: Roteiro de Pregação a partir da Lectio Divina (com exercício)

19º Encontro: Exercício de Retomada da Pregação a partir da Lectio Divina

20º Encontro: StoryTelling na Pregação (Contação de Histórias)

21º Encontro: O Testemunho na Pregação

  • Se Formação Mensal, em final de semana, com encontros de 8 horas (ou sábado ou domingo):

Apostila 1 – O Ministério, O Pregador e a Pregação no Grupo de Oração

1º Encontro:

  • O Ministério

  • O Pilar do Ministério de Pregação

  • Chamado

  • A Oração Pessoal na Vida do Pregador

2º Encontro:

  • Personalidade a Serviço /Estilos de Pregação

  • Pregação Querigmática – O Anúncio da Palavra de Deus no Grupo de Oração

3º Encontro:

  • Os carismas na pregação (exercício)

  • Pregação Inspirada – Ciclo Carismático (exercício)

  • Lectio Divina

Apostila 2 – A Palavra e a Pregação – Roteirização

4º Encontro:

  • A História que a Bíblia Conta

  • Critérios para Ler a Bíblia

  • Delimitação Textual

  • Segmentação Textual

5º Encontro:

  • Roteiro de Pregação a partir do Tema (com exercício)

6º Encontro:

  • Gêneros Literários

  • Roteiro de Pregação a partir da Análise Narrativa (com exercício)

7º Encontro:

  • Roteiro de Pregação a partir da Lectio Divina (com exercício)

8º Encontro:

  • StoryTelling na Pregação (Contação de Histórias)

  • O Testemunho na Pregação

9º Encontro:

  • Retomada todos os Roteiros de Pregação (exercícios):

  • A partir do Tema;

  • A partir da Lectio Divina;

  • A partir da Análise Narrativa.

  • Se Formação Bimestral, em final de semana, com encontros de 12 horas (sábado e domingo até meio-dia):

Apostila 1 – O Ministério, O Pregador e a Pregação no Grupo de Oração

1º Encontro:

  • O Ministério

  • O Pilar do Ministério de Pregação

  • Chamado

  • Personalidade a Serviço /Estilos de Pregação

  • A Oração Pessoal na Vida do Pregador

2º Encontro:

  • Os carismas na pregação (exercício)

  • Pregação Querigmática – O Anúncio da Palavra de Deus no Grupo de Oração

  • Pregação Inspirada – Ciclo Carismático

  • Lectio Divina

Apostila 2 – A Palavra e a Pregação – Roteirização
3º Encontro:

  • A História que a Bíblia Conta

  • Critérios para Ler a Bíblia

  • Delimitação Textual

  • Segmentação Textual

5º Encontro:

  • Gêneros Literários

  • Roteiro de Pregação a partir da Análise Narrativa (com exercícios)

6º Encontro:

  • O Testemunho na Pregação

  • Roteiro de Pregação a partir do Tema (com exercícios)

7º Encontro:

  • StoryTelling na Pregação (Contação de Histórias)

  • Roteiro de Pregação a partir da Lectio Divina (com exercícios)

8º Encontro:

  • Retomada todos os Roteiros de Pregação (exercícios):

  • A partir do Tema;

  • A partir da Lectio Divina;

  • A partir da Análise Narrativa.

  • Se Formação Trimestral, em final de semana, com encontros de 12 horas (sábado e domingo até meio-dia):

Apostila 1 – O Ministério, O Pregador e a Pregação no Grupo de Oração

1º Encontro:

  • O Ministério

  • O Pilar do Ministério de Pregação

  • Chamado

  • Personalidade a Serviço /Estilos de Pregação

  • A Oração Pessoal na Vida do Pregador

2º Encontro:

  • Os carismas na pregação (exercício)

  • Pregação Querigmática – O Anúncio da Palavra de Deus no Grupo de Oração

  • Pregação Inspirada – Ciclo Carismático

  • Lectio Divina

Apostila 2 – A Palavra e a Pregação – Roteirização

3º Encontro:

  • A História que a Bíblia Conta

  • Critérios para Ler a Bíblia

  • Delimitação Textual

  • Segmentação Textual

5º Encontro:

  • Gêneros Literários

  • Roteiro de Pregação a partir da Análise Narrativa (com exercícios)

6º Encontro:

  • O Testemunho na Pregação

  • Roteiro de Pregação a partir do Tema (com exercícios)

7º Encontro:

  • StoryTelling na Pregação (Contação de Histórias)

  • Roteiro de Pregação a partir da Lectio Divina (com exercícios)

8º Encontro:

  • Retomada todos os Roteiros de Pregação (exercícios):

  • A partir do Tema;

  • A partir da Lectio Divina;

  • A partir da Análise Narrativa.

2.2-OUTRAS SUGESTÕES

2.2.1 – Ler e estudar o RCC responde n. 9(optar pelo atualizado, lançado no ENF 2017) e 11 que falam sobre o Ministério de Pregação;

2.2.2 – Ler os livros: O pegador ungido, o Pregador Ousado, Pregador Orante, Como Pregar e outros editados pela RCCBRASIL;

2.2.3 – Leitura Orante da Palavra de Deus

2.2.4 – Estudo Bíblico através de métodos de leitura, como por exemplo: a Bíblia no meu dia a dia.

2.2.5 – Incentivar o estudo do Catecismo da Igreja Católica, dando orientações práticas de como utilizá-lo;

2.2.6 – Incentivar a pesquisa no Magistério da Igreja, incentivando a leitura de documentos tais como: Verbum Domini, Dei Verbum, Evangelli Gaudium, Evangelli Nuntiandi, compêndio do Concílio Vaticano II,dentre outros

2.2.7 – Incentivar o estudo sobre Oratória Sacra, Retórica, Homilética, Apologética. (do latim tardio apologetĭcus, através do grego πολογητικός, por derivação de “apologia”, do grego απολογία: “defesa verbal”. É a disciplina teológica própria de uma certa religião que se propõe a demonstrar a verdade da própria doutrina, defendendo-a de teses contrárias)

2.2.8 – Incentivar um estudo sobre a História do Povo de Deus, chegando à História da Igreja.

2.2.9 – Acessar e seguir todas as redes de comunicação do Ministério de Pregação, portal da RCC Brasil, blog do MP, página no Facebook do MP da RCC Brasil e RCCRJ, twitter, youtube e demais que vierem a ser criadas.

2.2.10 – Participar dos cursos oferecidos pelo IEAD da RCCBRASIL.

Essas dicas podem ser implantadas através do pastoreio individual ou de pequenos grupos. Havendo necessidades, podem-se formatar encontros de finais de semana de vários desses temas para estudo.

3 – A MEDIÇÃO DO QUILATE – VIDA DE ORAÇÃO E INTIMIDADE DO PREGADOR

Um quilate é uma unidade de peso para diamantes e outras pedras preciosas. Um quilate é igual a 200 miligramas (0,200 grama, o que equivale a dizer que 1 grama = 5 quilates). Há 1.000 gramas em 1 quilograma (kg). São portanto 5.000 quilates por kg (se você pesa 70 kg, você tem 350.000 quilates).

Q uando se refere ao ouro, o quilate é uma unidade de pureza. Ouro 24 quilates é ouro puro. Geralmente, o ouro é misturado com metais como o cobre ou prata para fazer jóias, porque o ouro puro é muito mole. Cada quilate indica 1/24 do todo. Se uma jóia é feita de metal que tem 18 partes de ouro e 6 partes de cobre ela é de ouro 18 quilates.

O quilate do pregador pode ser medido! O valor será o de quanto ele ora, busca viver uma vida reta, do quanto ele se alimenta da Palavra e da Eucaristia, enfim, do quanto ele é íntimo de Deus.

  1. Promover encontros de oração e espiritualidade para os pregadores;

  2. Vivenciar momentos de escuta profética. O pregador precisa ser uma pedra bem lapidada no que diz respeito à escuta de Deus;

  3. Promover adorações com os pregadores etc.

4 – A EXPOSIÇÃO – O ATO DE PREGAR, ANUNCIAR, SER MISSIONÁRIO

Quando um diamante está pronto, de seu processo de lapidação, todos querem expô-lo para que seja admirado. Nós pregadores precisamos, e muito, passar pela lapidação da formação para que, mais aperfeiçoados, possamos irradiar a luz que vem da Palavra de Deus que passando por nós, reflete em pregações ungidas e eficazes na vida dos que nos ouvem a verdadeira luz: Jesus Cristo!

Nestes 50 anos de RCC, nossos grupos de oração necessitam urgentemente de pregações ungidas, que toquem profundamente e impactem o coração das pessoas, levando-as a amar Jesus ainda mais.

Trilhando este caminho: garimpo, lapidação, quilate e exposição, teremos grupos ornados de pedras preciosas que refletirão a luz forte da presença de Deus.

5 – CONCLUSÃO

Precisa-se de pregadores! Pregadores ungidos, ousados, orantes, disponíveis, obedientes, que atendam com carinho ao chamado feito pelo Senhor!

O Papa Francisco tem nos pedido um anúncio do Evangelho com o coração cheio de alegria!

Unidos, todos os pregadores da RCCRJ,queremos viver uma vida nova em Cristo e anunciar querigmaticamente este Jesus que nos acolhe,ama e salva! Glória a Deus!

Leandro Rabello Batista

Coordenador Estadual do Ministério de Pregação RCCRJ

Membro do Núcleo Nacional do Ministério de Pregação RCCBRASIL

Tel.: (22) 999756649 * leandrorabellorcc@yahoo.com.br

MAIS

CARTA AOS PREGADORES DA RCC DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – MÊS DE FEVEREIRO – “QUEM SOMOS E QUAL É NOSSA MISSÃO?”

Todo pregador, para ser, de fato, um bom pregador precisa, como João Batista, entender quem ele é e qual sua missão na vida. João Batista tinha clareza sobre quem ele era e qual era a sua missão. Ele era de uma família judaica tradicional. Seu pai era da classe sacerdotal. Em sua família, aprendeu que a lei era o caminho para a justificação. Todos esperavam que ele seguisse o caminho do pai, Zacarias, sendo um fiel cumpridor da lei à moda antiga. Porém, João os surpreendeu quando resolveu vestir-se de pele de camelo e morar no deserto. Sob este aspecto, João Batista “escandalizou” as pessoas que esperavam dele um comportamento tradicional. Contudo, ele tinha clareza sobre quem era e qual era sua missão, derivando daí a sua coragem de cumpri-la até o fim. João sabia com toda a certeza que ele seria “uma voz” que tinha vindo para preparar o caminho para o Messias, ele tinha vindo para dar testemunho da luz, Jesus Cristo, a verdadeira luz que vindo ao mundo ilumina todos os homens.

Todo grande homem e mulher na história da Igreja, assim como no mundo secular é uma pessoa que tem profunda consciência de quem é. Esta pessoa tem convicção a respeito de sua missão na vida. Ela não se deixa confundir.

A missão de cada um de nós, enquanto batizados, é a mesma de João Batista, dar testemunho da luz e preparar o caminho através da pregação da Palavra, tendo zelo com o ministério que nos foi confiado, cuidando de nossa família ou de nosso trabalho, em tudo o que fazemos cada um no seu campo de ação, devemos preparar o caminho para que as pessoas tenham um encontro pessoal com Jesus.

Compreender isso é essencial. Muitos, infelizmente, por não terem entendido sua missão e seu lugar, ainda anseiam pelos palcos, holofotes, muitas vezes até com boa intenção, porém acabam divulgando mais a si mesmos que ao Senhor.

Corremos, com isso, o risco de tirar o foco do essencial e ficar no acessório. Todo o que luta pelo Reino de Deus na Terra deve dizer como João Batista:

“QUE ELE CRESÇA E EU DIMINUA.”

Em um versículo antes deste, João vai dizer: “Nisso consiste a minha alegria, que agora se completa” (Jo 3,29). A grande alegria do servo, daquele que coordena, prega, é deixar as marcas de Jesus na vida das pessoas, é refletir a luz de Jesus para as pessoas para que a vida delas também seja iluminada, sempre com muita clareza de que nenhum de nós tem luz própria para refletir, só o reflexo da luz de Deus em nós pode realmente tocar a vida e o coração das pessoas.

Em nosso tempo, existe uma grande necessidade por parte da humanidade em PROVAR QUE É ALGUÉM e em TER. Uma necessidade de expor (para todos verem) o que fez , o que comprou, onde pregou, para onde viajou… Tudo isso para provar que é alguém importante. Ao olhar este aspecto, é perceptível a constatação de tantas pessoas deprimidas, enchendo consultórios psiquiátricos, pois quando não conseguem ser o que sonharam, ou possuir o que queriam, frustram-se, sentem-se vazias, aflitas… Essa necessidade contínua de provar algo a si mesmo e aos outros pesa como fardo na mente e nos corações das pessoas. Jesus disse: “Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (Mt 11,28-30).

João Batista entendeu bem isto, não quis as glórias para si, virou o holofote para Jesus. Exaltou, colocou no palco a pessoa certa! João entendeu que viera apenas para preparar o caminho. Por isso, quando soube que Jesus chegara e iniciara sua missão, ele prontamente disse: “É preciso que Ele cresça e eu diminua”. A curta vida de João Batista foi toda dirigida e totalmente consumida para anunciar a vinda de Jesus. Ele entendeu que seu chamado era para fazer o que Deus queria: Preparar o caminho!

Desde o ventre de Isabel, João Batista era cheio do Espírito! Quando Maria a saúda ele estremece, tal é a manifestação poderosa do Santo Espírito em sua vida! E, por ser cheio do Espírito, João foi sempre fiel ao seu ministério! Ele nunca desanimou! Nunca desistiu. João soube bem qual era seu lugar no Reino de Deus. Em nenhum momento a sombra da vaidade ou orgulho tomou conta de seu ser, ele sempre submeteu a sua vontade à vontade de Deus.

Hoje, através dessa carta, somos convidados a fazer como João: deixar Jesus crescer em nós, caminhar de acordo com os preceitos da nossa vocação e controlar nossas atitudes em relação aos nossos irmãos e irmãs em Cristo, perdoando-os, acolhendo-os e colocando aos pés de Jesus qualquer sentimento de rebeldia, de inveja, ciúme, confusão, todo e qualquer mau pensamento e mau sentimento. Façamos como Jesus: passemos pelo mundo fazendo o bem, sejamos conduzidos pelo amor, sendo, em tudo, conscientes de nossa missão, mansos e humildes diante de Deus e diante dos outros.

Se focarmos nestes três pontos: consciência de quem somos e sobre a nossa missão, imitação da humildade de Jesus e na imitação da mansidão de Jesus, certamente Jesus vai crescer e nós, com o nosso ego e nossas vaidades, vamos diminuir. Que Ele cresça e nós diminuamos!

LEANDRO RABELLO
COORDENADOR ESTADUAL DO MINISTÉRIO DE PREGAÇÃO RCCRJ

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CARTA AOS PREGADORES DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MÊS DE JANEIRO/2017 “VIDA LONGA AOS (PREGADORES) CARISMÁTICOS”

O saudoso e amado Papa São João Paulo II disse em 1985, num encontro com lideranças da RCC: “Vida longa aos carismáticos”. Este desejo do Santo padre se deve ao grande benefício que o surgimento da RCC trouxe para a vida de muitos na Igreja. Muitas conversões, pessoas buscando mais a Eucaristia, a Palavra de Deus, amando mais Nossa Senhora…

Tomo a liberdade de adaptar (acrescentar) uma palavra a esta fala do João de Deus. Se o desejo dele era que tivéssemos vida longa, isto se estende a todos os serviços, carismas, moções etc. inerentes à vida carismática. Como nesta carta, nossa reflexão tem como alvo a pessoa do pregador, adapto (de maneira até audaciosa) a palavra PREGADOR, à fala do Santo Padre! Sim! Acredito que também é desejo de João Paulo II que nós pregadores tenhamos vida longa. Pensando nisto, fiz-me a seguinte pergunta: O que gera vida longa em um pregador? De maneira ainda mais audaciosa, arrisco-me a elencar três elementos que geram esta vida longa e plena no pregador:

1-CHAMADO DE DEUS
Não adianta desejar vida longa, servindo como pregador, se não formos, antes de tudo, chamados pelo Senhor para assim servir. Este chamado Ele o faz a quem escolhe por amor e no amor. A missão de pregar gerará em nós vida longa se o entendermos e aceitarmos. Quando ouvimos no coração esta vontade Dele e correspondemos com um sim diário e sincero, atuaremos por longos anos como arauto da Palavra do Senhor, neste mundo tão necessitado dela.

2-VIDA DE INTIMIDADE COM DEUS NA ORAÇÃO
A vida é mantida dentre outras coisas pelo alimento. Faz 2500 anos que Hipócrates, o pai da medicina, proferiu a seguinte afirmativa: “Somos o que comemos”. Refletindo nisto, com visão espiritual, entendemos que, para ter vida, e vida longa, o pregador deve se alimentar cotidianamente com a oração, Palavra de Deus e, se possível, com Eucaristia diária. Em contraste a essa vida longa desejada por João Paulo II será a vida “curta”, gerada pela falta de oração, de intimidade com a Palavra… Não há outra alternativa para o pregador ter vida longa.A conta é fácil de efetuar: Tem vida de oração e intimidade com a Palavra, tem vida longa.

3-ANSEIO CONSTANTE POR FORMAÇÃO
Retomo uma afirmativa do Papa Francisco, na Evangelii Gaudium 145: “Um pregador que não se prepara não é espiritual: é desonesto e irresponsável quanto aos dons que recebeu.” Nela, Francisco nos lembra que, para ter vida longa como pregador,é preciso ansiosamente desejar formação para que saibamos nos preparar bem. É muito eficaz que o pregador esteja constantemente estudando, formando-se, participando dos encontros oferecidos pelo ministério de Pregação. Como disse o Papa, não podemos ser desonestos, nem irresponsáveis para com este ministério tão importante para os grupos de oração.

Já faz algum tempo que nosso querido João Paulo II expressou este desejo de vida longa a todos nós, os carismáticos. Adaptei este texto refletindo-o na vida do pregador, de sua missão, de sua importância no mundo. Confesso acreditar que se é desejo de João Paulo II também é um grande desejo de Jesus.

Que em 2017 todos nós pregadores ouçamos no coração o verdadeiro chamado de Deus, que O busquemos em oração e na sua Palavra e que correspondamos com fidelidade ao seu chamado, buscando formação e através dela um grande amadurecimento e avanço em nossa missão como pregador neste mundo de vidas curtas, de tempo curto, de perseverança mais curta ainda! Vida longa ao anúncio destemido da Palavra de Deus! Vida longa aos pregadores!

Leandro Rabello
Coordenador Estadual do Ministério de Pregação RCCRJ

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