Rede Nacional de Intercessão Novembro 2015

CRUZADA NACIONAL DO ROSÁRIO
Amados irmãos e irmãs intercessores de todo o Brasil:
Dando continuidade ao nosso compromisso diário com a Cruzada Nacional do Rosário e certos de que a fé em Nossa Senhora sempre estará presente nas grandes conquistas da humanidade e também em nossa santificação pessoal, somos agora convidados a dar um novo impulso à nossa intercessão intensificando as nossas invocações e súplicas, unindo-nos em oração e ação ao nosso querido Papa Francisco, pedindo a Jesus Misericordioso pelo êxito na preparação, abertura e caminhar do Ano Santo da Misericórdia estabelecido por ele, que ocorrerá de 8 de dezembro de 2015 (Solenidade da Imaculada Conceição) a 20 de novembro de 2016 (Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo).
Assim nos fala o Papa Francisco: “Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai. Foi por isso que proclamei um Jubileu Extraordinário da Misericórdia como tempo favorável para a Igreja, a fim de se tornar mais forte e eficaz o testemunho dos crentes.” (Misericordiae Vultus n.3)
Por isso, além da oração da cruzada nacional do rosário que já está sendo feita, somos convocados a rezar nos meses de dezembro/15 e janeiro de 2016 também o “Terço da Misericórdia” e, a pedido do Papa Francisco, somos convidados a fazer uma peregrinação a uma Catedral ou Santuário durante este Ano Santo.
“Esta peregrinação será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício. Por isso, a peregrinação há de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa (de uma Catedral ou Santuário), deixar-nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros como o pai o é conosco”. (Misericordiae Vultus n.14)
Jesus Misericordioso diz a cada um de nós, o que disse a Santa Faustina:
“Minha Filha, o Meu filho olha para o abismo da Minha misericórdia e dá a esta misericórdia louvor e glória. O faz da seguinte maneira: reúne todos os pecadores do mundo inteiro e mergulha-os no abismo da Minha misericórdia. Minha filha, quero entregar-Me às almas, desejo as almas. Quando rezares o Terço da Misericórdia, traga as almas do mundo inteiro que desfalecem à fonte da Minha Misericórdia. Eu as curarei e fortalecerei”. (cf. Diário de Santa Faustina n. 206).
Continuemos com Maria Santíssima em combate, como um exército em ordem de batalha, rezando diariamente o Rosário, confiantes nas palavras ditas pela Irmã Lúcia, a vidente de Fátima: “Nos últimos tempos em que vivemos, a Santíssima Virgem deu uma nova eficácia à Oração do Rosário. De modo que não há nenhum problema, por mais difícil que seja, quer temporal ou, sobretudo espiritual, seja referente à vida pessoal, familiar ou das comunidades religiosas, ou ainda na vida de povos e nações, que não pode ser resolvida por meio do Rosário. Com o Rosário, nos salvaremos, nos santificaremos, consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas”.
E que, através da oração do Terço da Misericórdia o Espírito Santo, que conduz os passos dos crentes de forma a cooperarem para a obra de salvação realizada por Cristo, seja guia e apoio do povo de Deus a fim de o ajudar a contemplar o rosto da misericórdia e intervir de modo eficaz nos rumos do Brasil, da RCC, da Igreja no Mundo e do santo padre o Papa.

OBJETIVO:
Convocar todos os intercessores da RCC-Brasil para nos meses de dezembro/15 e janeiro de 2016, a intensificarem as orações pelas intenções da Cruzada do Rosário (pelo Brasil, pela RCC, pelo Papa e pela Igreja no Mundo), e especialmente pela preparação, abertura e caminhar do Ano Santo da Misericórdia (de 8/dezembro/15 a 20/novembro/16). E ainda, fazer na medida do possível, uma peregrinação a uma Catedral ou Santuário durante este Ano Santo.
COMO FUNCIONARÁ?
 Durante os meses Dezembro/15 e Janeiro de 2016, cada intercessor deverá:
· Rezar e meditar todos os dias “Um Mistério do Rosário” (Gozoso, Luminoso, Doloroso ou Glorioso), de acordo com a escala da sua Região e, · Rezar e meditar todos os dias o “Terço da Misericórdia”.
 Os articuladores regionais e os coordenadores estaduais do Ministério de Intercessão ficarão responsáveis em fazer com que esta Cruzada (de dezembro/15 e Janeiro/16) chegue a cada Intercessor de sua Região ou Estado.
 O Mistério do Rosário e o Terço da Misericórdia poderão ser rezados individualmente em sua própria casa, na Igreja ou em um lugar escolhido que favoreça sua meditação.
 O Mistério do Rosário e o Terço da Misericórdia serão rezados e meditados nas intenções de nossa Nação, o Brasil, pela RCC, pelo Papa, pela Igreja no mundo e especialmente pelo êxito na preparação, abertura e no caminhar deste Ano Santo da Misericórdia.
 Somos convidados pelo Papa Francisco a fazermos uma peregrinação a um santuário ou catedral durante este Ano Santo da Misericórdia. (de 8/dezembro/15 a 20/novembro/16).
 Sugerimos por fim, para que todos os intercessores leiam a Bula Misericordiae Vultus – O Rosto da Misericórdia (Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia).
 Para que tenhamos uma noção de quantos estão empenhados com esta Cruzada, solicitamos fazer o seu cadastro através deste link: http://goo.gl/forms/fhhjtJDvGr

Atenção!
 Uma vez comprometido diariamente com esta Cruzada, não se pode falhar a não ser por justo motivo. E se este justo motivo ocorrer, deve-se rezar em outro dia.
 Este compromisso que assumimos, é com a própria Mãe de Deus e com Seu filho Jesus. Sendo assim, deve-se considerar a grandiosidade deste compromisso.
Respondamos todos com muito amor, oração e ação a este compromisso, para atrairmos as graças do céu.
“Temos grande esperança no Rosário como um remédio para os males que afligem nosso tempo” (Pio XII).
Unamo-nos nesta batalha a ser cumprida com alegria, para a honra de Deus e para estabelecer no Brasil e no
mundo inteiro o Triunfo do Imaculado Coração de Maria. E que na Oração do Terço da Misericórdia, “A doçura do olhar da Mãe da Misericórdia nos acompanhe…, para podermos, todos nós redescobrir a alegria da ternura de Deus”. (Misericordiae Vultus n.24)
Deus nos abençoe!

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2. Pelos encontros nacionais organizados pela RCCBRASIL:
a) Encontro Nacional de Formação (ENF), 27 a 31/01/16
3. Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.
4. Pela elaboração do material de formação nacional dos Ministérios de Intercessão e de Comunicação Social.
5. Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
6. Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
7. Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.
8. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
9. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
10. Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
11. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
12. Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
13. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
14. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
15. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
16. Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

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Rede Nacional de Intercessão – Outubro 2015

INTENSIFICAI AS VOSSAS INVOCAÇÕES E SÚPLICAS
São Paulo quando escreve aos efésios, exorta-os a intensificar o ministério de intercessão, isto é, fazê-lo crescer, quando diz: “Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Ef 6,18).
Também repete a mesma coisa aos Filipenses quando diz: “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graça” (Fl 4,6).
Quando escreve a Timóteo, São Paulo ensina que devemos interceder pelas autoridades para que haja paz e tranquilidade na sociedade: “Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e honestidade”. (ITim. 2,1-2).
Percebendo a necessidade, e sabendo como Deus procura intercessores, São Paulo exortava as comunidades a manterem o ministério de intercessão forte e perseverante, que era para ele um sustentáculo, um alicerce em relação à vontade de Deus. Provavelmente São Paulo conhecia aquele trecho da profecia de Ezequiel quando o Senhor se queixa por não ter encontrado nenhum intercessor (cf. Ez. 22,30).
Por isso se faz urgente em nossos grupos de oração que surjam intercessores para fechar as brechas dos pecados e das fraquezas de seu povo. Não são os grupos e as comunidades que clamam por intercessores, mas é o próprio Deus
quem os procura, ansiosamente. É Ele quem os quer; quem os deseja.
Devemos intensificar a nossa intercessão! Deus quer que olhemos além dos nossos próprios interesses, do nosso círculo familiar e de amigos. Interceder pelo próximo, mesmo que esteja distante, mesmo que não o conheçamos.
Interceder pelos missionários, mesmo sem conhecer as suas necessidades. Hoje precisamos de um grande exército de intercessores para que as barreiras sejam quebradas a fim de que as forças do mal sejam impedidas de agir na sociedade.
Testemunhamos momentos dramáticos neste tempo da história da humanidade em que vemos crescer desenfreadamente a violência, a usurpação dos direitos humanos, a cultura da morte, da banalização do sexo, grupos e instituições especializados em lutar para o esfacelamento da família como instituição divina e como célula primeira e principal da sociedade. Estes grupos se mostram contrários a muitos valores morais, éticos e religiosos que em alguns setores da sociedade eles já conseguiram desfigurar ou, até mesmo, destruí-los por completo. Em nosso País estamos presenciando mais uma vez estas forças articuladas trabalhando com o único propósito de enfraquecer ou mesmo destruir a família.
Recentemente uma comissão na Câmara dos Deputados aprovou o “Estatuto da Família” que, entre outras coisas, reafirma e fortalece algo que já está assegurado na constituição brasileira, de que a família é formada pela união de
um homem e uma mulher. Logo após a aprovação deste estatuto estes grupos começaram a se mobilizar para barra-lo e exigir que se reconheça como família qualquer tipo de ajuntamento de pessoas.
Diante de tão grandes desafios é muito importante que intensifiquemos as nossas invocações e súplicas perante Deus, e para isso, é imprescindível que o Ministério de Intercessão esteja articulado e forte em todos os nossos Grupos de Oração. É urgente uma intercessão no poder do Espírito Santo, pois fomos chamados para ficar na brecha e entre todas estas situações de dor, de angústia, desespero e depressão, nos mantendo unidos e próximos do Senhor
clamando a Sua intervenção em nossa sociedade.
A oração é a principal arma que devemos utilizar contra estes poderosos inimigos. Por isso, fazemos um apelo a todos os intercessores e intercessoras para que intensifiquem as suas orações e súplicas pelo Brasil e pelas famílias
desta Nação.

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2. Pelo Sínodo dos Bispos sobre a família, que acontecerá em Roma de 4 a 25/10/2015, com o tema “A vocação e a missão da família na Igreja, no mundo contemporâneo”.
3. Pelos encontros nacionais organizados pela RCCBRASIL:
a) VI Encontro Nacional de Profissionais, 09 a 12/10/15.
b) Retiro Nacional para Religiosas e Consagradas, 19 a 23/10/15.
c) Encontro Nacional de Formação (ENF), 27 a 31/01/16
4. Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.
5. Pela elaboração do material de formação nacional do Ministério de Comunicação Social.
6. Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
7. Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
8. Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.
9. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
10. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
11. Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
12. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
13. Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
14. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
15. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
16. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
17. Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

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Rede de Intercessão – Setembro/2015

O PODER DO JEJUM E DA ORAÇÃO NA INTERCESSÃO
Interceder é ver a necessidade da intervenção de Deus nas mais diversas situações. É conhecer a vontade de Cristo, de modo a ver as circunstâncias como Cristo as vê, e unir-se a Ele em súplica para que a vontade e os propósitos Divinos sejam cumpridos na vida dos homens e das nações.
Do ponto de vista espiritual, interceder é conduzir-se pelo Espírito Santo e ver com os olhos de Deus a situação na vida da Igreja, dos homens e do mundo. A intercessão nos torna aliados de Deus para o cumprimento dos Seus propósitos aqui na Terra e sabemos que isso provoca a resistência dos exércitos inimigos que tentarão impedir o seu cumprimento.
Neste sentido, o intercessor precisa se esforçar para permanecer unido ao Senhor, sendo o jejum uma das principais ferramentas para mantê-lo em comunhão com Deus. Seu objetivo é conduzir uma pessoa à plena lucidez espiritual e facilitar a profunda comunhão com Deus.
Deus nos deu certos instintos básicos que incluem os apetites do corpo, mas requer que tenhamos o físico submisso ao espírito. Por isso, o intercessor tem que saber distinguir a linha entre satisfazer os desejos normais do corpo e as demandas do espírito. São Paulo insistia em disciplinar o corpo para não “satisfazer os desejos da carne” (cf. Rm. 13,14). “Revestir-se do Senhor Jesus”. Para o discípulo o jejum é um exercício espiritual tão eficaz como a ginástica o é para o atleta.
Oração e jejum são sempre armas fortes para derrubar fortalezas e manter afastado o inimigo.
Jejum e oração enfraquecem o poder das forças espirituais do mal, inibindo a interferência delas em nossa vida, sendo que só o poder de Deus pode vencê-las. Sendo assim, toda pessoa que busca a Deus em jejum e oração, permanece em comunhão com o Ele e torna-se capacitada a vencer estes inimigos.
Jesus sentia-se fortalecido pelo jejum. Ao enfrentar as terríveis tentações de Satanás, encontrava-se plenamente lúcido. Este exemplo de Jesus deve ser seguido pelo intercessor que deseja obter vitória no combate espiritual da intercessão. Ao enfrentar tentações ou provações, faça do jejum uma das suas principais armas espirituais. Há aqui uma aplicação espiritual na luta que se trava nas “regiões celestiais”. Satanás é um adversário duro e não desistirá de tentar perder as almas, a menos que seja forçado a fazê-lo. O jejum dá autoridade ao intercessor para pedir ao Senhor a graça de obrigar o inimigo a largar sua presa.
Se você se submeter sinceramente ao Senhor, arrepender-se, orar e procurar a face de Deus buscando os Sacramentos; se você meditar constantemente a Palavra de Deus, você experimentará um aumento na percepção de Sua presença (João 14.21). O Senhor deseja lhe conceder discernimento espiritual e desenvolver em você a fé incondicional. Faça um plano pessoal de jejum e de oração. Você se sentirá física, mental e espiritualmente fortalecido, e entenderá claramente as respostas que Deus concede às suas orações.
Tipos de jejum
1. Jejum da Igreja: pode ser praticado por toda igreja, inclusive doentes e idosos, pois se baseia em três refeições – café da manhã, uma refeição completa e um lanche. Neste jejum são evitadas balas, doces, chocolates, biscoitos, refrigerantes, bebidas alcoólicas e os cafezinhos.
2. Jejum a Pão e Água: consiste em comer pão quando se tem fome e beber água quando se tem sede e nunca comer pão e beber água ao mesmo tempo, porque esta mistura geralmente gera dores de cabeça.
3. Jejum a base de líquidos: neste tipo de jejum a alimentação é líquida. Exemplo: sucos de frutas e de legumes (não é vitamina),chá, água de coco, soro caseiro, caldo (não é canja, nem sopa).
4. Jejum Completo: é indicado para aqueles que através de treino e disciplina já passaram pelos outros tipos. A pessoa deve ingerir apenas água, ou seja, não pode comer/beber nenhum tipo de alimento sólido ou líquido. O fundamental é ingerir água várias vezes ao dia.
Importante: nenhum jejum exclui o café da manhã, este deve ser tomado como de costume, se você não possui este hábito um copo de água morna pela manhã é o bastante para evitar dores de estômago, irritabilidade e dor de cabeça.
Algumas Advertências
a) Algumas pessoas não podem, de forma alguma, praticar o jejum, por razões de natureza física. Irmãos e irmãs que tenham doenças como o diabetes, pressão arterial alterada, doenças cardíacas, úlceras, câncer, doenças pulmonares ativas, gota, doenças do fígado e dos rins, enfarto recente, doenças cerebrais, gravidez ou idade avançada sem a prática constante do jejum durante a vida. Em suma: Não devemos jejuar sem a aprovação médica ou sob tratamento médico.
b) A volta da alimentação normal, depois de jejuarmos, deve ser feita através de pequenas porções de alimento. Após jejuns médios e longos, é aconselhável:
 Não adicionar sal aos alimentos, pois o paladar será mais sensível, preferindo alimentos simples, integrais e naturais;
 Continuar a beber muita água – um litro ou mais por dia;
 Comer devagar utilizando a mastigação por mais tempo.
c) O jejum não é uma forma de “pressionar” Deus, nem de obrigá-lo a nos abençoar.

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2. Pelo Sínodo dos Bispos sobre a família, que acontecerá em Roma de 4 a 25/10/2015, com
o tema “A vocação e a missão da família na Igreja, no mundo contemporâneo”.
3. Pelos encontros nacionais organizados pela RCCBRASIL:
a) Encontro Nacional de Evangelizadores de Crianças, 05 a 07/09/15.
b) Reunião do Conselho Nacional, 23 a 27/09/15.
4. Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.
5. Pela elaboração do material de formação nacional do Ministério de Comunicação Social.
6. Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
7. Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
8. Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.
9. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
10. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
11. Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
12. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
13. Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
14. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
15. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
16. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
17. Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

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ESPIRITUALIDADE: Para viver e andar no Espírito é preciso lutar contra o pecado

Neste caminho de reconstrução, percebemos que por mais que tentemos refazer nossa vida espiritual, se não lutarmos contra o pecado, nosso esforço é em vão. Quando digo lutar, quero dizer que entramos em guerra contra o pecado. Devemos vigiar nosso proceder, refrear nossos impulsos, nos conhecer cada dia melhor para saber onde caímos.

O pecado é tudo aquilo que nos afasta de Deus, de seu amor, das suas graças e bênçãos, pois ele consegue colocar barreiras entre nós e nosso Deus (cf. Is 59, 2a). Neste mês refletiremos como precisamos ser combatentes contra o pecado para permanecermos na presença de Deus, para dar espaço ao Espírito Santo a fim de que Ele santifique a nossa vida, que nos refaça, que nos torne novos cristos. É tempo de faxina, daquelas que arrastam móveis, que retiram os excessos que vamos acumulando durante um faxina e outra ou que deixamos para depois, pois não está nos incomodando.

Iniciemos nos perguntando o que é pecado? Segundo o Catecismo da Igreja Católica, “é uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta de amor verdadeiro, para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana. Foi definido como uma palavra, um ato ou um desejo contrários à lei eterna” (Catec 1849). São nossas ações, palavras, pensamentos e omissões contrárias a lei de Deus. Por isso podemos pecar por falar ou por calar.

Na Sagrada Escritura temos acesso ao proceder que nos afasta de Deus. Em Gálatas nos são apresentados os frutos da carne: “fornicação, impurezas, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, rixas, ciúmes, ira, discussões discórdia, divisões, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes” (Gl 5, 19s). Já no Evangelho de São Mateus, nos ensina que “é do coração que procedem más inclinações assassínios, adultérios, prostituições roubos falsos testemunhos e difamações” (Mt 15, 19-20). Quem nos mostra nosso proceder é o Espírito Santo, por isso nessa trajetória, é imprescindível que ele caminhe conosco, uma vez que é Ele quem nos convence do pecado.

Existem dois tipos de pecado quanto a gravidade: o pecado mortal e o pecado venial. Para que um pecado seja mortal, ele requer três condições ao mesmo tempo: ter cometido uma matéria grave, um pecado contra os mandamentos de Deus; ter plena consciência de que o que faço é contrário a lei de Deus, e pleno consentimento. O pecado mortal nos leva a perder a caridade e nos priva da graça santificante, excluindo-nos do Reino de Deus e conduzindo a morte eterna.

No pecado venial, um ou mais elementos não estão presentes. Ou é uma matéria leve (contra a lei moral), ou mesmo em matéria grave, não se tem consciência ou consentimento plenos. Não nos priva da graça santificante, mas causa danos em nossa vida espiritual, pois impede nosso crescimento espiritual, pouco a pouco nos leva a cometer o pecado mortal.

O pecado é um ato pessoal, mas “temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quando neles cooperamos: participando neles direta e voluntariamente; mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados; não os revelando ou não os impedindo quando a isso somos obrigados; protegendo os que fazem mal” (Catec 1868).

É a tentação que conduz ao pecado, como diz São Tiago, “Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia. A concupiscência, depois de conceber, dá á luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tg 1, 14 – 15). Mas o que concupiscência? Um desejo exagerado, excessivo, apetite sexual desenfreado. São João em sua primeira carta diz que as coisas do mundo geram a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (I Jo 2, 16). Pelo primeiro somos tentados no prazer, no que temos de mais primitivo, em nossos apetites. O segundo nos tenta no possuir, nunca estamos satisfeitos com o que temos, queremos sempre mais e mais. Por fim pela soberba da vida somos tentados no poder, de alcançar cargos, de ser notado, de agir com autoridade sobre os outros.

Assim, temos em nós essas concupiscências, que pelo fascínio do mundo e pela tentação do maligno, aderimos a elas e caímos no pecado e assim nos afastamos do criador, como fizeram Adão e Eva.

Mas não veio sobre nós tentação que não possamos vencer, é promessa de nosso Deus! Somos capazes de dizer não a tentação e não cair no pecado. E se cairmos Deus, em seu infinito amor e misericórdia nos deu o sacramento da confissão, que através do Sacerdote, temos nossos pecados perdoados. “Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações” (LG 11).

Para obtermos o perdão de nossos pecados, precisamos ter um coração contrito, arrependido e ter o firme propósito de não mais pecar. Essa contrição é dom de Deus, um impulso do Espírito Santo e dá início a transformação que acontecerá com a ação da graça. Por si só, não obtêm o perdão do pecado, pois é preciso procurar um sacerdote para receber a absolvição através do sacramento da confissão.

Como preparação para uma boa confissão necessitamos examinar nossa consciência. Examinar nossas ações, nossas palavras, nossos pensamentos e se estamos nos omitindo. Não necessariamente temos que fazer o exame de consciência antes de confessar, mas diariamente como forma de buscar a santidade. São João Crisóstomo, chegou a dizer que, se uma pessoa se empenhasse num bom exame de sua consciência, dentro de um mês seguramente estaria no caminho da santidade. Trata-se, portanto, de uma doutrina plurissecular da Igreja que merece toda a atenção.

Vou indicar um tipo de exame de consciência, mas há outras tantas formas de se fazê-lo:

Face a Deus

“Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças”. (Dt 6, 5)

Que importância tem Deus na minha vida? Procuro-O? Esforço-me por crescer na fé e ultrapassar as minhas dúvidas? Rezo a Deus? Regularmente? Diariamente? Procuro evitar as distrações durante a oração, ou faço o possível por não “estar lá”? Esforço-me por conhecer sempre cada vez melhor a Jesus Cristo?

Tenho aproveitado o sacramento da confissão para crescer no amor de Deus, tornando-me melhor? Sempre que caio em pecado mortal ou noutro pecado (cortando assim a minha relação com Deus), procuro logo que possível confessar-me e voltar para Deus? Confesso-me ao menos uma vez por ano?

Aos Domingos e Festas vou à missa? Ou sempre que posso não vou? Participo na missa inteira ou já aponto para chegar atrasado ou sair a meio? Procuro estar com atenção e participar na celebração, ou estou distraído? Comungo habitualmente (ao menos pela Páscoa)?

Como é o meu ser cristão? Escondo-me e tenho vergonha, ou procuro preparar-me para ajudar os outros na fé e na vida cristão?

Face ao próximo

“É este o meu mandamento, que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei”. (Jo 13,34)

Face aos outros, a minha atitude é em geral de amor ou de desprezo? Estou zangado ou de relações cortadas com alguém? Procuro ser simpático e servir os outros, ou estou sempre a mandar neles? Evito conflitos, ou estou sempre a tecer intrigas e a criticar os outros pelas costas? Sou egoísta, ou procuro amar o próximo? Sou mentiroso, ou invejoso? Dou alguma atenção especial àquele que precisa (doentes, velhinhos, pobres)?

Como são as minhas relações com os meus colegas, superiores, família (especialmente pais e filhos)? Estraguei de propósito alguma coisa dos outros? Roubei alguma coisa? Respeitei o corpo humano? Fiz mal a alguém batendo ou ferindo? Respeito o meu sexo? Não tenho relações sexuais fora do casamento? Evito alimentar pensamentos e desejos impuros? Afasto-me de revistas e filmes pornográficos? Quando cometo alguma falta aceito a minha responsabilidade, ou desculpo-me atirando para os outros as culpas daquilo que fiz?
 Face a mim mesmo

“Sede perfeitos, como é perfeito o vosso Pai do Céu”. (Mt 5,48)

Sou egoísta, orgulhoso, caprichoso e avaro, ou esforço-me por me dedicar aos outros, sendo simples, simpático e generoso? Sou cuidadoso com o meu vocabulário, evitando escandalizar e ofender os que estão comigo, ou digo palavrões e insulto os outros? Respeito o meu corpo? Olho-o castamente, ou vejo-o como um mero instrumento de prazer sensual? Como emprego o meu tempo? Esforço-me por não desperdiçar? Como estudo ou trabalho? Com preguiça, ou com consciência de que aquilo que faço é importante também na minha relação com Deus? Como com moderação, ou sou guloso e ganancioso? Dedico-me às coisas importantes da vida, ou sou vaidoso e fútil?

Face ao Mundo

“E Deus vendo toda a sua obra [a criação] considerou-a muito boa”. (Gn 1,31)

Sou sensível à beleza da criação e esforço-me por encontrar a Deus através dela? Aprecio as coisas à minha volta ou consumo-as apenas…? A minha passagem por um lugar bonito caracteriza-se por não o estragar (lixo, barulho, atitudes que perturbem)? Respeito a natureza como a casa que Deus me dá, ou, responsavelmente, poluo o lugar onde vivo? Procuro manter-me informado e preferir os produtos “amigos do ambiente” ou tanto me faz, desde que não tenha chatices? Vivo a minha vida numa ganância de enriquecimento (no estudo ou no trabalho) ou preocupo-me por me situar numa lógica de realização pessoal, de partilha dos bens e de serviço aos outros? Crio em mim uma atenção pelos menos favorecidos, pela justa distribuição da riqueza? Que faço para conhecer a doutrina social da Igreja?

 

 

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Rede Nacional de Intercessão – Agosto/2015

CAPACITADOS PARA INTERCEDER
Os grandes intercessores da Bíblia nos ensinam que a oração é um combate.
Contra quem? Contra nós mesmos e contra os embustes do Tentador que tudo faz para desviar o homem da oração, da união com seu Deus… O “combate espiritual” da vida nova do cristão é inseparável do combate da oração.
O Senhor que arrancou vosso pecado e perdoou vossas faltas está disposto a vos proteger e a vos guardar contra os ardis do Diabo que vos combate, a fim de que o inimigo, que costuma engendrar a falta, não vos surpreenda. Quem se entrega a Deus não teme o Demônio. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Catecismo 2725, 2852)
A intercessão como uma das formas de oração, caracteriza-se também por ser uma batalha espiritual, pois o intercessor entra em combate contra os inimigos das pessoas e das situações pelas quais ele ora. Quando nos alistamos no “exército de Deus”, somos capacitados para que conquistemos mais filhos que estão longe Dele, ou que estejam sofrendo na “trincheira”.
O intercessor é escolhido, ungido e consagrado pelo Senhor que derrama seu Espírito Santo. O revestimento da armadura do Cristão (cf. Ef 6,10ss) só encontra sua eficácia na batalha se o intercessor se decidir em viver conduzido
pelo Espírito Santo e em produzir Seus frutos em sua vida (cf. Gl 7,22ss).
Quando intercedemos, travamos uma batalha, não contra homens de carne e sangue, mas contra as forças espirituais do mal, portanto devemos estar preparados espiritualmente, mantendo nossa carne e nosso espírito submissos
e obedientes à vontade de Cristo (cf. 1 Cor 10,5).
A autoridade espiritual é adquirida quando reconhecemos o Soberano poder de Deus, o Senhorio único de Jesus Cristo e seu precioso Sangue e a presença e ação do Espírito Santo, nosso defensor, advogado, que ora em nós e por nós.
Orações descompromissadas e sem o poder e a unção do Espírito Santo não vencem batalhas, portanto, nosso espírito tem que estar vigilante em todos os momentos (cf. Col 4,2-3). A oração de intercessão é um combate e é para pessoas que buscam ter intimidade com o Senhor e vida segundo a Sua Palavra. Elas, assim, vão adquirindo visão espiritual do campo de batalha (guerras, vícios, adultérios, doenças, etc). Por isso, o intercessor precisa estar de sentinela para não cair em tentação, e assim “baixe a guarda para o inimigo”.
Deve, contudo, se resguardar, pois o inimigo irá buscar suas brechas para lhe atacar. O intercessor deve então, quebrantar-se, ou seja, pela ação do Espírito Santo, que vem em auxílio as nossas fraquezas (Rom 8,26), fazer um exame de consciência, e reconhecendo seus pecados, orar, confessar e jejuar para que o inimigo se veja enfraquecido. O intercessor deve vigiar e orar sempre para não ficar vulnerável. O lugar mais protegido do mundo para todo intercessor é a sala do Trono, o lugar da verdadeira adoração. Quando reconhecemos nosso nada e permanecemos na presença de Deus, em profunda adoração, o inimigo não tem condições de nos atingir. Quanto mais buscarmos ter um coração adorador, mais estaremos nos protegendo das ciladas do inimigo, pois a redoma de glória que nos envolve não permitirá que suas flechas nos atinjam.
A batalha espiritual não é para crianças na fé, para soldados despreparados ou para intercessores inconstantes. A oração de combate é para intercessores que estejam dispostos e preparados para guerrear. Voltamos a frisar que a
inconstância na vida de oração não vence batalhas, ao contrário, sempre vamos precisar da ação do Espírito Santo em nossa vida, pois é Ele quem nos fortalece no Senhor pelo seu soberano poder (cf. Ef 6,10).
A batalha estará sendo travada sempre quando intercedemos, porém sabemos que nosso Rei, Senhor e Salvador, já venceu a guerra: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o Mundo.” (Jo 16, 33b)

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2. Pelo Sínodo dos Bispos sobre a família, que acontecerá em Roma de 4 a 25/10/2015, com o tema “A vocação e a missão da família na Igreja, no mundo contemporâneo”.
3. Pelos encontros nacionais organizados pela RCCBRASIL:
a) Encontro Nacional de Formação do Ministério de Oração por Cura e Libertação, 21 a 23/08/15.
b) Encontro Nacional de Evangelizadores de Crianças, 05 a 07/09/15.
c) Reunião do Conselho Nacional, 23 a 27/09/15.
4. Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.
5. Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
6. Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
7. Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.
8. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
9. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
10. Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
11. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
12. Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
13. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
14. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
15. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
16. Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

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ESPIRITUALIDADE: Para viver e andar no Espírito é preciso perdoar

Dando continuidade, relembremos que estamos no tempo da promessa de reconstrução de nossa vida, nossa história, nossa caminhada com o Senhor. Neste mês vamos abrir nosso coração diante de Deus para que o Senhor venha restaurar relacionamentos, laços e ruínas vindos de momentos dolorosos de nossa vida. Nosso passo deste mês é o perdão. Perdão que é chave para o manancial das graças de Deus. Para falarmos de perdão, iniciarei falando como a falta de perdão pode nos devastar.

Para falar de falta de perdão e o que ela pode nos causar, vou usar algumas ilustrações. Quando não perdoamos alguém, esse alguém é enterrado em nosso coração. Por mais que tentemos afastá-lo(a) de nossa vida e até de nossos pensamentos, como o sepultamos dentro de nós, onde quer que formos lá está ele (a), com as lembranças dolorosas invadindo nossa mente. É uma situação parecida, uma frase, um trejeito que imediatamente nos faz relembrar e ressentir todo o sofrimento. Nos tornamos sepulcros caiados. Por fora, lindos e bem cuidados, por dentro podres. Se viajarmos, lá está a pessoa, se mudarmos de casa, de emprego, ela continua lá. E como todo morto, este que matamos pela falta de perdão, começa a entrar em estado de decomposição e a cheirar mal. E esse cheiro começa a ficar perceptível inclusive para as pessoas a nossa volta. O cheiro mal da murmuração, reclamação, autocomiseração, pessimismo… Nestes casos precisamos da ajuda de Jesus ressuscitado, que pode abrir os túmulos e deixar os mortos saírem. A libertação dada a eles, na verdade é a libertação tão necessária para quem não perdoou. É preciso pedir a Jesus: “vem Senhor me auxiliar a libertar todos os mortos que enterrei em meu coração para que eu possa ser livre para ti”.

A falta de perdão também pode ser vista como pedras que fecham os poços e as fontes em nossa vida espiritual. Elas não permitem que tenhamos acesso a água viva e nossa vida vai se tornando seca, vazia, sem sentido. A aridez vai tomando conta de todas as áreas de nossa vida e já não conseguimos orar, a viver as práticas espirituais e o homem velho tenta voltar e por vezes consegue. A falta de perdão fecha minha vida para a graça de Deus, para a unção do Espírito Santo, para o serviço no ministério. Ela é um empecilho para fazermos e vivermos a vontade de Deus em nossa vida. Por isso a melhor decisão é perdoar sempre, por mais difícil que seja.

Perdoar é um ato de vontade e não um sentimento. É uma decisão que tomamos para viver os planos de Deus em nossa vida. Não é um ato fácil e dependendo do ocorrido é dificílimo. Por isso precisamos do auxílio de Jesus que após sofrer atrocidades, orou por seus algozes e os perdoou.

Após decidirmos por perdoar, precisamos colocar a pessoa e a situação diante de Jesus. Entregá-los a Jesus, orando para que o Senhor possa mudar suas vidas; para que possam ter um encontro verdadeiro com Ele. Dependendo do ocorrido precisaremos de tempo para realmente perdoarmos. Situações menos dolorosas talvez precise de um mês de oração, situações mais dolorosas podem levar anos. Mas o que importa é persistirmos na decisão de perdoar.

E quando sabemos que perdoamos? Quando a situação ou a pessoa não causar mais dor em nós. É tempo de louvar e bendizer ao Senhor pois acabou o tempo de aridez, de miséria, de tristeza. Para começar um tempo de vergel, de fartura, de alegria.

Existem três níveis de perdão: o perdão a Deus, o perdão a nós mesmos e o perdão aos outros. A necessidade de perdão a Deus, que na verdade é uma reconciliação, se dá devido a mágoa por culparmos o Senhor por acontecimentos como morte, acidentes, perdas de nossa vida. Primeiro, é preciso relembrar que Deus é um Pai amoroso que tem para nós planos de amor. Depois procurarmos restaurar nosso relacionamento com Ele, fonte de todo bem e toda graça em nossa vida.

O segundo nível de perdão e a nós mesmos. Precisamos nos perdoar pelo que fizemos e pelo que não fizemos que tem nos perseguido e atormentado. Liberamos o perdão em nossa vida naquilo que nos sentimos culpados. Lembremos que o Senhor nos ama com amor incondicional, que não somos capazes de decepcioná-Lo pois Ele sabe do que somos feitos. A mulher adultera e a Samaritana precisaram se perdoar para seguir Jesus. E Jesus nos convida hoje a nos perdoar para segui-Lo.

O terceiro nível é o perdão aos outros. Aqueles que nos magoaram, nos machucaram, nos humilharam, nos rejeitaram, nos abandonaram, não foram aquilo que esperávamos deles. Coloquemos todos diante do Senhor não para clamar justiça, mas para que seja usado de misericórdia para com eles. Perdoar é amar. É deixar o amor curar feridas profundas em nós e abrir a salvação para o outro.

Não podemos esquecer que também magoamos as pessoas. Que nossas atitudes também causam machucaduras nas pessoas a nossa volta. Por isso também precisamos pedir perdão e restituir como Zaqueu aquilo que ele “quebrou” ao longo de sua vida longe do Senhor.

Por fim, como, quando e quanto devo perdoar uma pessoa. Perdoo por um ato de vontade, por decisão firme de não querer: enterrá-la em meu coração, fechar-me para a graça de Deus, me afastar do meu Senhor. O ideal é abrir-me ao perdão no momento em que sou ferida, apresentando a Jesus a situação e pedindo que venha em seu auxílio. E devo perdoar quantas vezes forem necessárias. Jesus pediu a Pedro 70×7. Sempre!

Para que você possa abrir-se a graça do perdão segue abaixo a Ladainha do Perdão. A medida que você for lembrando, ressentindo, entregue tudo a Jesus para que possa ser liberto de toda opressão causada pela falta de perdão. Se você perceber que ainda não conseguiu perdoar uma pessoa, continue trabalhando o perdão, pois este virá. E com ele muitas sortes de bênçãos.

 

LADAINHA DO PERDÃO (No. 74 das Orações Selecionadas)

Senhor Jesus,

Por não responderes a minhas orações como eu desejo… eu te perdoo.

Por todas as dificuldades da minha vida…eu te perdoo.

Por todas as enfermidades da minha família… eu te perdoo.

Por falecimento de cada um daqueles que amo… eu te perdoo.

Senhor Jesus, por todas as vezes que eu:

Não te coloquei no centro de minha vida… eu me perdoo.

Usei Teu santo nome em vão… eu me perdoo.

Não amei outras pessoas como Tu as amas… eu me perdoo.

Julguei, condenei prejudiquei… eu me perdoo.

Fofoquei, menti, enganei ou dei continuidade a rumores… eu me perdoo.

Não acetei ou não respeitei a mim mesmo (a) ou a outras pessoas… eu me perdoo.

Usei linguagem suja, contei piadas impuras… eu me perdoo.

Abusei do álcool ou das drogas, ou de remédios… eu me perdoo.

Usei ou promovi o uso de contraceptivos… eu me perdoo.

Envolvi-me em atos sexuais que não estão nos planos de Deus… eu me perdoo.

Forniquei, masturbei-me ou cometi adultério… eu me perdoo.

Violei qualquer pessoa, física ou sexualmente… eu me perdoo.

Pratiquei aborto ou induzi alguém a praticá-lo… eu me perdoo.

Vi, usei ou dei materiais pornográficos… eu me perdoo.

Senhor Jesus, ajuda-me a perdoar à minha mãe, através de um ato de vontade:

Por ter me dito que fui um acidente, um peso, um erro… eu perdoo a minha mãe.

Por não me desejar ou me negligenciar… eu perdoo a minha mãe.

Por entregar-me por adoção… eu perdoo a minha mãe.

Por favorecer um outro filho… eu perdoo a minha mãe.

Por manipular, controlar ou reclamar… eu perdoo a minha mãe.

Por julgar, condenar e criticar… eu perdoo a minha mãe.

Por ser super protetora ou interferir… eu perdoo a minha mãe.

Por não aceitar meus amigos, esposo(a) ou filhos… eu perdoo a minha mãe.

Por abusar do álcool ou das drogas… eu perdoo a minha mãe.

Por ter casos extraconjugais… eu perdoo a minha mãe.

Por separar-se ou divorciar-se de meu pai… eu perdoo a minha mãe.

Por casar-se de novo… eu perdoo a minha mãe.

Por ficar doente ou morrer… eu perdoo a minha mãe.

Senhor Jesus, conceda-me a graça de perdoar a meu pai:

Por criticar, envergonhar ou humilhar as pessoas… eu perdoo o meu pai.

Por ser violento ou castigar severamente… eu perdoo o meu pai.

Por abuso sexual, verbal ou emocional… eu perdoo o meu pai.

Por abusar do álcool ou das drogas… eu perdoo o meu pai.

Por jogar ou ser irresponsável financeiramente… eu perdoo o meu pai.

Por não dizer: “Eu amo você”… eu perdoo o meu pai.

Por favorecer um outro filho… eu perdoo o meu pai.

Por não me proteger… eu perdoo o meu pai.

Por ter casos extraconjugais… eu perdoo o meu pai.

Por abandonar a família… eu perdoo o meu pai.

Por separar-se ou divorciar-se de minha mãe… eu perdoo o meu pai.

Por casar-se de novo… eu perdoo o meu pai.

Por ficar doente ou morrer… eu perdoo o meu pai.

Senhor Jesus, eu quero perdoar aos meus irmãos e irmãs:

Por vingarem-se de mim ou me rejeitarem…eu perdoo aos meus irmãos.

Por gozarem de mim ou me criticarem… eu perdoo aos meus irmãos.

Por competir no amor e na atenção de nossos pais… eu perdoo aos meus irmãos.

Por discutirem, brigarem ou causarem escândalos… eu perdoo aos meus irmãos.

Por abuso físico ou sexual… eu perdoo aos meus irmãos.

Por serem irresponsáveis, beberem ou se drogarem… eu perdoo aos meus irmãos.

Por não participarem das funções da família… eu perdoo aos meus irmãos.

Por ficarem doentes ou morrerem… eu perdoo aos meus irmãos.

Senhor Jesus, ajuda-me a perdoar ao meu cônjuge, através de um ato de vontade:

Por lidar de maneira incorreta com o dinheiro ou negligenciar o pagamento das contas… eu perdoo o meu cônjuge.

Por não trabalhar ou trabalhar em excesso… eu perdoo o meu cônjuge.

Por abusar do álcool ou das drogas… eu perdoo o meu cônjuge.

Por mentir, jogar ou roubar… eu perdoo o meu cônjuge.

Por abuso físico, sexual ou verbal… eu perdoo o meu cônjuge.

Por não exercer suas responsabilidades paternais… eu perdoo o meu cônjuge.

Por ter casos extraconjugais… eu perdoo o meu cônjuge.

Por separar-se, desamparar-me ou divorciar-se de mim… eu perdoo o meu cônjuge.

Por ficar doente ou morrer… eu perdoo o meu cônjuge.

Senhor Jesus, ajuda-me a perdoar aos meus filhos e netos:

Por me envergonharem, humilharem ou desobedecerem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por mentirem ou roubarem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por abusarem do álcool ou das drogas… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por agirem irresponsavelmente… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por me magoarem física ou emocionalmente… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por serem desrespeitosos… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por não me telefonarem ou visitarem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por violentarem alguém sexualmente… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por viverem vida sexual fora do plano de Deus… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por fornicarem ou cometerem adultério… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por terem filhos fora do casamento… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por praticarem aborto ou induzirem alguém a praticá-lo… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por se casarem, divorciarem ou casarem de novo… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por serem católicos não praticantes… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por abraçarem outra religião… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por ficarem doentes e morrerem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Senhor Jesus eu quero perdoar a meus familiares:

Por interferirem, julgarem, mentirem ou condenarem… eu perdoo a meus familiares.

Por não me amarem, aceitarem e respeitarem… eu perdoo a meus familiares.

Por maus tratos verbais ou físicos… eu perdoo a meus familiares.

Por abuso emocional ou sexual… eu perdoo a meus familiares.

Por magoarem a mim ou àqueles que eu amo… eu perdoo a meus familiares.

Senhor Jesus, conceda-me a habilidade de perdoar aos meus amigos:

Por não me apoiarem ou ajudarem em momentos de dificuldade… eu perdoo aos meus amigos.

Por fofocarem ou criticarem… eu perdoo aos meus amigos.

Por me forçarem a fazer coisas que eu não queria… eu perdoo aos meus amigos.

Por cometerem adultério… eu perdoo aos meus amigos.

Por encorajarem comportamentos pecaminosos… eu perdoo aos meus amigos.

Por desaparecerem da minha vida… eu perdoo aos meus amigos.

Senhor Jesus, através de um ato de vontade eu perdoo:

Aos médicos, enfermeiras ou profissionais da saúde… eu os perdoo.

Aos advogados ou contadores… eu os perdoo.

Aos políticos, policiais ou bombeiros… eu os perdoo.

Aos militares… eu os perdoo.

Aos padres, bispos, cardeais e ao Papa… eu os perdoo.

Às freiras, aos irmãos de caminhada, aos diáconos… eu os perdoo.

Aos patrões e aos colegas de trabalho… eu os perdoo.

Senhor Jesus, eu desejo a graça de perdoar à pessoa que mais me magoou:

Àquela a quem eu disse que jamais perdoaria… eu perdoo a essa pessoa.

À pessoa que me é mais difícil de perdoar… eu perdoo a essa pessoa.

A quem eu afirmei que não poderia perdoar… eu perdoo a essa pessoa.

Através de um ato de vontade eu a perdoo: por não me dizer: “sinto muito”… eu perdoo a essa pessoa.

Por ser indiferente ou desinteressada… eu perdoo a essa pessoa.

Por magoar a mim ou àqueles que eu amo… eu perdoo a essa pessoa.

Credo, Pai-nosso, 3 Ave-Marias e Glória ao Pai.

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