ESPIRITUALIDADE: Para viver e andar no Espírito é preciso perdoar

Dando continuidade, relembremos que estamos no tempo da promessa de reconstrução de nossa vida, nossa história, nossa caminhada com o Senhor. Neste mês vamos abrir nosso coração diante de Deus para que o Senhor venha restaurar relacionamentos, laços e ruínas vindos de momentos dolorosos de nossa vida. Nosso passo deste mês é o perdão. Perdão que é chave para o manancial das graças de Deus. Para falarmos de perdão, iniciarei falando como a falta de perdão pode nos devastar.

Para falar de falta de perdão e o que ela pode nos causar, vou usar algumas ilustrações. Quando não perdoamos alguém, esse alguém é enterrado em nosso coração. Por mais que tentemos afastá-lo(a) de nossa vida e até de nossos pensamentos, como o sepultamos dentro de nós, onde quer que formos lá está ele (a), com as lembranças dolorosas invadindo nossa mente. É uma situação parecida, uma frase, um trejeito que imediatamente nos faz relembrar e ressentir todo o sofrimento. Nos tornamos sepulcros caiados. Por fora, lindos e bem cuidados, por dentro podres. Se viajarmos, lá está a pessoa, se mudarmos de casa, de emprego, ela continua lá. E como todo morto, este que matamos pela falta de perdão, começa a entrar em estado de decomposição e a cheirar mal. E esse cheiro começa a ficar perceptível inclusive para as pessoas a nossa volta. O cheiro mal da murmuração, reclamação, autocomiseração, pessimismo… Nestes casos precisamos da ajuda de Jesus ressuscitado, que pode abrir os túmulos e deixar os mortos saírem. A libertação dada a eles, na verdade é a libertação tão necessária para quem não perdoou. É preciso pedir a Jesus: “vem Senhor me auxiliar a libertar todos os mortos que enterrei em meu coração para que eu possa ser livre para ti”.

A falta de perdão também pode ser vista como pedras que fecham os poços e as fontes em nossa vida espiritual. Elas não permitem que tenhamos acesso a água viva e nossa vida vai se tornando seca, vazia, sem sentido. A aridez vai tomando conta de todas as áreas de nossa vida e já não conseguimos orar, a viver as práticas espirituais e o homem velho tenta voltar e por vezes consegue. A falta de perdão fecha minha vida para a graça de Deus, para a unção do Espírito Santo, para o serviço no ministério. Ela é um empecilho para fazermos e vivermos a vontade de Deus em nossa vida. Por isso a melhor decisão é perdoar sempre, por mais difícil que seja.

Perdoar é um ato de vontade e não um sentimento. É uma decisão que tomamos para viver os planos de Deus em nossa vida. Não é um ato fácil e dependendo do ocorrido é dificílimo. Por isso precisamos do auxílio de Jesus que após sofrer atrocidades, orou por seus algozes e os perdoou.

Após decidirmos por perdoar, precisamos colocar a pessoa e a situação diante de Jesus. Entregá-los a Jesus, orando para que o Senhor possa mudar suas vidas; para que possam ter um encontro verdadeiro com Ele. Dependendo do ocorrido precisaremos de tempo para realmente perdoarmos. Situações menos dolorosas talvez precise de um mês de oração, situações mais dolorosas podem levar anos. Mas o que importa é persistirmos na decisão de perdoar.

E quando sabemos que perdoamos? Quando a situação ou a pessoa não causar mais dor em nós. É tempo de louvar e bendizer ao Senhor pois acabou o tempo de aridez, de miséria, de tristeza. Para começar um tempo de vergel, de fartura, de alegria.

Existem três níveis de perdão: o perdão a Deus, o perdão a nós mesmos e o perdão aos outros. A necessidade de perdão a Deus, que na verdade é uma reconciliação, se dá devido a mágoa por culparmos o Senhor por acontecimentos como morte, acidentes, perdas de nossa vida. Primeiro, é preciso relembrar que Deus é um Pai amoroso que tem para nós planos de amor. Depois procurarmos restaurar nosso relacionamento com Ele, fonte de todo bem e toda graça em nossa vida.

O segundo nível de perdão e a nós mesmos. Precisamos nos perdoar pelo que fizemos e pelo que não fizemos que tem nos perseguido e atormentado. Liberamos o perdão em nossa vida naquilo que nos sentimos culpados. Lembremos que o Senhor nos ama com amor incondicional, que não somos capazes de decepcioná-Lo pois Ele sabe do que somos feitos. A mulher adultera e a Samaritana precisaram se perdoar para seguir Jesus. E Jesus nos convida hoje a nos perdoar para segui-Lo.

O terceiro nível é o perdão aos outros. Aqueles que nos magoaram, nos machucaram, nos humilharam, nos rejeitaram, nos abandonaram, não foram aquilo que esperávamos deles. Coloquemos todos diante do Senhor não para clamar justiça, mas para que seja usado de misericórdia para com eles. Perdoar é amar. É deixar o amor curar feridas profundas em nós e abrir a salvação para o outro.

Não podemos esquecer que também magoamos as pessoas. Que nossas atitudes também causam machucaduras nas pessoas a nossa volta. Por isso também precisamos pedir perdão e restituir como Zaqueu aquilo que ele “quebrou” ao longo de sua vida longe do Senhor.

Por fim, como, quando e quanto devo perdoar uma pessoa. Perdoo por um ato de vontade, por decisão firme de não querer: enterrá-la em meu coração, fechar-me para a graça de Deus, me afastar do meu Senhor. O ideal é abrir-me ao perdão no momento em que sou ferida, apresentando a Jesus a situação e pedindo que venha em seu auxílio. E devo perdoar quantas vezes forem necessárias. Jesus pediu a Pedro 70×7. Sempre!

Para que você possa abrir-se a graça do perdão segue abaixo a Ladainha do Perdão. A medida que você for lembrando, ressentindo, entregue tudo a Jesus para que possa ser liberto de toda opressão causada pela falta de perdão. Se você perceber que ainda não conseguiu perdoar uma pessoa, continue trabalhando o perdão, pois este virá. E com ele muitas sortes de bênçãos.

 

LADAINHA DO PERDÃO (No. 74 das Orações Selecionadas)

Senhor Jesus,

Por não responderes a minhas orações como eu desejo… eu te perdoo.

Por todas as dificuldades da minha vida…eu te perdoo.

Por todas as enfermidades da minha família… eu te perdoo.

Por falecimento de cada um daqueles que amo… eu te perdoo.

Senhor Jesus, por todas as vezes que eu:

Não te coloquei no centro de minha vida… eu me perdoo.

Usei Teu santo nome em vão… eu me perdoo.

Não amei outras pessoas como Tu as amas… eu me perdoo.

Julguei, condenei prejudiquei… eu me perdoo.

Fofoquei, menti, enganei ou dei continuidade a rumores… eu me perdoo.

Não acetei ou não respeitei a mim mesmo (a) ou a outras pessoas… eu me perdoo.

Usei linguagem suja, contei piadas impuras… eu me perdoo.

Abusei do álcool ou das drogas, ou de remédios… eu me perdoo.

Usei ou promovi o uso de contraceptivos… eu me perdoo.

Envolvi-me em atos sexuais que não estão nos planos de Deus… eu me perdoo.

Forniquei, masturbei-me ou cometi adultério… eu me perdoo.

Violei qualquer pessoa, física ou sexualmente… eu me perdoo.

Pratiquei aborto ou induzi alguém a praticá-lo… eu me perdoo.

Vi, usei ou dei materiais pornográficos… eu me perdoo.

Senhor Jesus, ajuda-me a perdoar à minha mãe, através de um ato de vontade:

Por ter me dito que fui um acidente, um peso, um erro… eu perdoo a minha mãe.

Por não me desejar ou me negligenciar… eu perdoo a minha mãe.

Por entregar-me por adoção… eu perdoo a minha mãe.

Por favorecer um outro filho… eu perdoo a minha mãe.

Por manipular, controlar ou reclamar… eu perdoo a minha mãe.

Por julgar, condenar e criticar… eu perdoo a minha mãe.

Por ser super protetora ou interferir… eu perdoo a minha mãe.

Por não aceitar meus amigos, esposo(a) ou filhos… eu perdoo a minha mãe.

Por abusar do álcool ou das drogas… eu perdoo a minha mãe.

Por ter casos extraconjugais… eu perdoo a minha mãe.

Por separar-se ou divorciar-se de meu pai… eu perdoo a minha mãe.

Por casar-se de novo… eu perdoo a minha mãe.

Por ficar doente ou morrer… eu perdoo a minha mãe.

Senhor Jesus, conceda-me a graça de perdoar a meu pai:

Por criticar, envergonhar ou humilhar as pessoas… eu perdoo o meu pai.

Por ser violento ou castigar severamente… eu perdoo o meu pai.

Por abuso sexual, verbal ou emocional… eu perdoo o meu pai.

Por abusar do álcool ou das drogas… eu perdoo o meu pai.

Por jogar ou ser irresponsável financeiramente… eu perdoo o meu pai.

Por não dizer: “Eu amo você”… eu perdoo o meu pai.

Por favorecer um outro filho… eu perdoo o meu pai.

Por não me proteger… eu perdoo o meu pai.

Por ter casos extraconjugais… eu perdoo o meu pai.

Por abandonar a família… eu perdoo o meu pai.

Por separar-se ou divorciar-se de minha mãe… eu perdoo o meu pai.

Por casar-se de novo… eu perdoo o meu pai.

Por ficar doente ou morrer… eu perdoo o meu pai.

Senhor Jesus, eu quero perdoar aos meus irmãos e irmãs:

Por vingarem-se de mim ou me rejeitarem…eu perdoo aos meus irmãos.

Por gozarem de mim ou me criticarem… eu perdoo aos meus irmãos.

Por competir no amor e na atenção de nossos pais… eu perdoo aos meus irmãos.

Por discutirem, brigarem ou causarem escândalos… eu perdoo aos meus irmãos.

Por abuso físico ou sexual… eu perdoo aos meus irmãos.

Por serem irresponsáveis, beberem ou se drogarem… eu perdoo aos meus irmãos.

Por não participarem das funções da família… eu perdoo aos meus irmãos.

Por ficarem doentes ou morrerem… eu perdoo aos meus irmãos.

Senhor Jesus, ajuda-me a perdoar ao meu cônjuge, através de um ato de vontade:

Por lidar de maneira incorreta com o dinheiro ou negligenciar o pagamento das contas… eu perdoo o meu cônjuge.

Por não trabalhar ou trabalhar em excesso… eu perdoo o meu cônjuge.

Por abusar do álcool ou das drogas… eu perdoo o meu cônjuge.

Por mentir, jogar ou roubar… eu perdoo o meu cônjuge.

Por abuso físico, sexual ou verbal… eu perdoo o meu cônjuge.

Por não exercer suas responsabilidades paternais… eu perdoo o meu cônjuge.

Por ter casos extraconjugais… eu perdoo o meu cônjuge.

Por separar-se, desamparar-me ou divorciar-se de mim… eu perdoo o meu cônjuge.

Por ficar doente ou morrer… eu perdoo o meu cônjuge.

Senhor Jesus, ajuda-me a perdoar aos meus filhos e netos:

Por me envergonharem, humilharem ou desobedecerem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por mentirem ou roubarem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por abusarem do álcool ou das drogas… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por agirem irresponsavelmente… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por me magoarem física ou emocionalmente… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por serem desrespeitosos… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por não me telefonarem ou visitarem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por violentarem alguém sexualmente… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por viverem vida sexual fora do plano de Deus… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por fornicarem ou cometerem adultério… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por terem filhos fora do casamento… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por praticarem aborto ou induzirem alguém a praticá-lo… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por se casarem, divorciarem ou casarem de novo… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por serem católicos não praticantes… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por abraçarem outra religião… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Por ficarem doentes e morrerem… eu perdoo aos meus filhos e netos.

Senhor Jesus eu quero perdoar a meus familiares:

Por interferirem, julgarem, mentirem ou condenarem… eu perdoo a meus familiares.

Por não me amarem, aceitarem e respeitarem… eu perdoo a meus familiares.

Por maus tratos verbais ou físicos… eu perdoo a meus familiares.

Por abuso emocional ou sexual… eu perdoo a meus familiares.

Por magoarem a mim ou àqueles que eu amo… eu perdoo a meus familiares.

Senhor Jesus, conceda-me a habilidade de perdoar aos meus amigos:

Por não me apoiarem ou ajudarem em momentos de dificuldade… eu perdoo aos meus amigos.

Por fofocarem ou criticarem… eu perdoo aos meus amigos.

Por me forçarem a fazer coisas que eu não queria… eu perdoo aos meus amigos.

Por cometerem adultério… eu perdoo aos meus amigos.

Por encorajarem comportamentos pecaminosos… eu perdoo aos meus amigos.

Por desaparecerem da minha vida… eu perdoo aos meus amigos.

Senhor Jesus, através de um ato de vontade eu perdoo:

Aos médicos, enfermeiras ou profissionais da saúde… eu os perdoo.

Aos advogados ou contadores… eu os perdoo.

Aos políticos, policiais ou bombeiros… eu os perdoo.

Aos militares… eu os perdoo.

Aos padres, bispos, cardeais e ao Papa… eu os perdoo.

Às freiras, aos irmãos de caminhada, aos diáconos… eu os perdoo.

Aos patrões e aos colegas de trabalho… eu os perdoo.

Senhor Jesus, eu desejo a graça de perdoar à pessoa que mais me magoou:

Àquela a quem eu disse que jamais perdoaria… eu perdoo a essa pessoa.

À pessoa que me é mais difícil de perdoar… eu perdoo a essa pessoa.

A quem eu afirmei que não poderia perdoar… eu perdoo a essa pessoa.

Através de um ato de vontade eu a perdoo: por não me dizer: “sinto muito”… eu perdoo a essa pessoa.

Por ser indiferente ou desinteressada… eu perdoo a essa pessoa.

Por magoar a mim ou àqueles que eu amo… eu perdoo a essa pessoa.

Credo, Pai-nosso, 3 Ave-Marias e Glória ao Pai.

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REDE NACIONAL DE INTERCESSÃO – JULHO – 2015

DEUS ESPERA POR NOSSAS ORAÇÕES
Algumas pessoas creem que Deus está no controle de tudo. Mas se Deus está no controle de tudo, porque temos fome, miséria, doenças cada vez piores, violências até contra crianças inocentes, estupros, pedofilia, injustiças, guerras, e tantas coisas terríveis? Deus está no controle disto tudo? Mas, se Deus é Amor e tudo isso não tem nada haver com amor, é porque Ele não está no controle de tudo. De fato, a Bíblia ensina que Deus é todo-poderoso; ninguém pode impor limites ao seu poder (Jó 37,23; Is 40,26). No entanto, Ele não usa seu poder para controlar tudo. Ao contrário, Deus nos dignifica por nos dar livre-arbítrio, a capacidade de tomarmos decisões por conta própria. Portanto, nossa vida não é controlada por Deus ou pelo destino. Ao contrário dos animais, que basicamente agem por instinto, nós somos um reflexo de nosso Criador no sentido de que somos capazes de demonstrar qualidades como amor e justiça. E, assim como Ele, nós temos livre-arbítrio e, por isso, o nosso futuro depende, em grande parte, de nossas escolhas.
Dar ao homem o poder para fazer uma escolha independente não diminui o controle de Deus sobre todas as coisas. Sendo onipotente e onisciente, Deus certamente poderia arranjar as circunstâncias para impedir que as escolhas erradas do homem possam frustrar Seus propósitos. De fato, Deus poderia até usar o livre-arbítrio do homem para ajudar a cumprir Seus próprios planos e por meio disso ser ainda mais glorificado. Porém, o grande plano de Deus desde a fundação do mundo para conceder ao homem o dom de Seu amor impede qualquer ação para forçar esse dom sobre qualquer um de nós. Tanto o amor quanto os dons de qualquer espécie e até a salvação devem ser pedidos e recebidos voluntariamente.
Até mesmo nas situações difíceis da nossa vida quando precisamos de uma intervenção do Senhor, esta deve ser desejada e pedida através da oração. Neste sentido, Jesus ensina: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá” (Lc 11,9-10). A nós, não custa lembrar: Deus espera por nossas orações.
Talvez em nenhum outro momento da história, a humanidade necessitou tanto da ajuda de Deus quanto nos dias atuais. Por isso o Papa Francisco tem pedido que oremos pela situação do povo e do mundo e pela unidade dos cristãos. É preciso construir um muro de súplica em favor da humanidade para que o Senhor intervenha com braço forte.
O próprio Jesus ensina que devemos pedir e promete que aquele que pede alcança. Jesus também recomenda que a nossa oração seja insistente como quem incomoda, ou seja, uma oração persistente até alcançar a graça. Deus quer ser “incomodado” pelas nossas orações! Portanto, peça e espere a providência de Deus.
O mundo necessita de intercessores que se mantenham fieis em sua missão. Já nos dias do profeta Ezequiel, a necessidade de intercessores que intercedessem para que a ira de Deus não fosse colocada em efeito, era evidente. Deus precisava de alguém que fosse colocado na brecha, mas não achou. E hoje? Será que você tem se colocado na brecha, isto é, na posição de intercessor? Você crê realmente que a ação de Deus acontece na humanidade como resultado das nossas orações e, por outro lado, deixa de acontecer quando não oramos?
Deus está buscando pessoas que se coloquem nas brechas e tapem as fendas que surgem no muro que impede Satanás de invadir nossa vida. Essa tarefa envolve, especificamente, a oração de intercessão. O Senhor honra nossa intercessão em prol do seu Reino. Sobre isso encontramos várias confirmações nas Escrituras:
a) Abraão intercedeu pela família do seu sobrinho Ló (Gn 18,22-33);
b) Moisés intercedeu a favor do povo de Israel (Êxodo 32,9-14; Dt 9,18);
c) Novamente, Moisés intercedeu pelo povo de Israel quando eles batalhavam contra os amalecitas (Êxodo 17,8-13);
d) Neemias orou pela reconstrução da cidade de Jerusalém (Neemias 1,4-11).
Em cada um desses exemplos, a mão poderosa de Deus foi movida pela oração de intercessão de homens tementes a Ele.
Coisas acontecem porque oramos! Você está disposto a colocar-se na brecha?
Deus procura pessoas assim! Deus precisa de Você! Comece a repensar sua vida.
Ore mais e mais. Coloque-se na brecha.

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2. Pelos encontros nacionais promovidos pela RCCBRSIL:
a) Encontro Nacional de Comunicadores de Grupo de Oração, 03 a 05/07/15.
b) Encontro Nacional de Formação Ministério de Oração por Cura e Libertação, 21 a 23/08/15
c) Encontro Nacional do Ministério para as Famílias, 10 a 12/07/15.
3. Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.
4. Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
5. Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
6. Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.
7. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
8. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
9. Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
10. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
11. Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
12. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
13. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
14. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
15. Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

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REDE NACIONAL DE INTERCESSÃO – JUNHO – 2015

DEUS PROCURA INTERCESSORES
O que faz de “simples” filhos de Deus, pessoas que se sintam impelidas a permanecer na brecha, ou seja, a interceder, por outros? O que as faz ter autoridade e poder diante do Senhor?
Na história da salvação Deus sempre se revelou àqueles que O buscavam e assim proclamava Sua santidade. O Senhor fazia esse chamado ao seu povo e àqueles que deveriam estar à frente deles (cf. Lv 11,44;19,2;20,26), sendo ungidos pelo Seu Espírito para a missão de conduzi-los e governá-los quer fossem sacerdotes, reis, profetas ou juízes.
Jesus Cristo, então, vem ratificar que a santidade não é uma opção, mas uma imposição do Evangelho (cf. Mt 5, 48). Nós que somos o povo da nova e eterna Aliança, pelos méritos de Cristo e através do Batismo sacramental, devemos responder a vocação universal de todo o batizado. Para tanto, o Espírito Santo nos capacita e nos dá condições de buscarmos a santidade no dia a dia de nossa vida, de maneira bem real e humana.
Quando vamos, então “mergulhando” no Mistério da Santíssima Trindade através da vivência do Batismo no Espírito Santo, nos identificamos e passamos automaticamente a ter compaixão por aqueles que sofrem e que se encontram afastados do Senhor. Nos apresentamos então a Deus em nome de Jesus Cristo, o Cordeiro imolado, para que, na força e no poder do Espírito Santo, interceder pelas situações das famílias, grupos, países e pessoas que se encontram oprimidos.
Em nossos tempos o mundo passa por uma grande crise de fé, chegando até mesmo a contestar as próprias leis da natureza. Infelizmente assistimos hoje ao triste espetáculo de grupos sociais e até de organizações governamentais que se empenham fortemente na defesa de conceitos que ferem diretamente a lei natural, como é o caso do conceito da ideologia de gênero que afirma que ninguém nasce com um sexo definido. Dizem que ao nascer, a criança não deve ser considerada do sexo masculino ou do sexo feminino; depois ela fará esta escolha, afirmam. Inclusive, já existem escolas para crianças na Suécia e na Holanda, onde não se pode chamar o aluno de menino ou menina, chama-os apenas de crianças, porque eles devem decidir quando crescerem se serão homens ou mulheres, o que é antinatural. Aqui no Brasil também estamos vendo uma grande mobilização destes grupos para implantar este mesmo conceito na sociedade brasileira inserindo-o nas escolas, através dos planos estaduais e municipais de ensino.
Testemunhamos momentos dramáticos neste tempo da história da humanidade em que vemos crescer desenfreadamente a violência, a usurpação dos direitos humanos, a cultura da morte, da banalização do sexo, o esfacelamento da família como instituição Divina e como célula primeira e principal da sociedade que, em muitos casos, ou os valores morais, éticos e religiosos se desfiguraram ou, até mesmo, se perderam por completo.
A família é e deve ser a casa da Vida, o Santuário da Vida. Temos, portanto, um grandioso desafio, como nos exortava o papa Bento XVI quando nos incentivava a combater todas as ameaças à vida.
Tudo isso é verdadeiramente um combate, uma luta espiritual muito grande e que somente poderão ser vencidos com muito esforço, muito trabalho de nossa parte e, acima de tudo, pela fé e pelo poder da intercessão realizada por intercessores conduzidos pelo Espírito Santo e pelo auxílio poderoso da intercessão da Virgem Maria.
Por isso, Deus procura Intercessores! É certamente neste sentido que podemos entender a palavra do profeta Ezequiel quando diz: “Tenho procurado entre eles alguém que construísse o muro e se detivesse sobre a brecha diante de mim, em favor da terra, a fim de prevenir a sua destruição, mas não encontrei ninguém”(Ez 22,30).
São Paulo afirma que “O Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis”. Hoje cremos em Jesus Ressuscitado, o nosso Intercessor que sentado à direita do Pai nos deu seu Espírito Santo, como havia prometido.
Diante de tão grandes desafios é urgente uma intercessão no poder do Espírito Santo, pois fomos chamados para ficar na brecha, e entre todas estas situações de dor, de angústia, desespero e depressão devemos deixar o Espírito agir em nós e através de nós. O intercessor que se deixa conduzir pelo Espírito Santo tem uma meta que não pode ser esquecida: trazer a graça até aqueles que estão necessitados.
É o Espírito Santo quem vem em nosso socorro, para isso é necessário assumir a certeza de que o Senhor permanece em nós, se nós permanecermos n’Ele (cf Jo 15,4). Mergulhados no Espírito Santo e vivenciando a presença de Deus, a nossa intercessão será semelhante à intercessão de Jesus Cristo; pois esta força do alto nos foi prometida pelo Pai e pelo Filho. O Intercessor deve assumir a realidade de ser filho de Deus e por isso, deve crer e agir como tal: pedir até receber a graça, buscar até encontrar a vitória e bater até que a porta se abra.
Deus, hoje, continua procurando Intercessores fiéis; o mundo hoje, também precisa da nossa oração. Deus pode contar com você?

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS
1. Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.
2. Pelos encontros nacionais promovidos pela RCCBRSIL:
a) Encontro Nacional dos Semeadores Estaduais (Sede Nacional da RCC), 05 a 07/06/15.
b) Encontro Nacional de Comunicadores de Grupo de Oração, 03 a 05/07/15.
c) Encontro Nacional do Ministério para as Famílias, 10 a 12/07/15.
3. Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.
4. Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).
5. Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
6. Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.
7. Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.
8. Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.
9. Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.
10. Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.
11. Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).
12. Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.
13. Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.
14. Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.
15. Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

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Visitas às Dioceses

Neste mês de junho, foram realizadas duas visitas ao Ministério de Intercessão nas dioceses, com objetivo de fazer o ministério avançar como nos pede o Senhor. Assim nos abriram as portas a Arquidiocese do Rio de Janeiro e a Diocese de Nova Friburgo. Primeiramente trabalhamos com a liderança, refletindo, através da Palavra de Deus, como está nosso ministério na diocese, suas dificuldades, suas propostas, seu caminhar. A seguir, falamos do ministério, de como está inserida na estrutura e qual o seu papel nesta estrutura. Depois repassamos o Plano de Ação Nacional e seu desdobramento no Estado e na Diocese.

Na parte da tarde foram reunidos os intercessores que também ouviram sobre o Plano de Ação para eles: Cruzada do Rosário, Rede Nacional de Intercessão, Mobilização Nacional de Oração. Assim como a necessidade de inserção nas Vigílias, Cercos de Jericó e Jejum de Daniel. Além da necessidade de participação efetiva, ou seja como intercessor, nos eventos e encontros da RCC. Por fim, repassamos uma pequena formação sobre intercessão profética e fizemos uma grande oficina.

Que o Senhor possa espalhar seus frutos vindo da oração, escuta e obediência, a fim de vermos as maravilhas desde sempre preparadas para o nosso movimento e assim em nossos Grupos de Oração.

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Estas são fotos da visita à Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Fotos da visita à Diocese de Nova Friburgo

 

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ESPIRITUALIDADE – Para viver e andar no Espírito é preciso renunciar

Após a reflexão do mês passado, nos colocamos nas mãos do oleiro através do mergulho em cada pergunta, permitimos que o Espírito Santo viesse convencer e intervir onde necessitamos e assim demos permissão para que o Senhor nos refizesse. Agora iniciaremos um tempo de retirar o que se colocou em nossa vida que nos afastou de Deus e uma vez livres, deixar que o Espírito venha nos reconstruir, nos restaurar: “Naquele dia, levantarei a cabana arruinada de Davi, repararei as suas brechas, levantarei as suas ruínas, e a reconstruirei como nos dias antigos, para que herdem o que resta de Edom, e de toda as nações sobre as quais o meu nome foi invocado – oráculo do Senhor, que executará estas coisas” (Amós 9, 11-12).

Para que essa promessa se realize, neste mês faremos momentos de renúncia. Digo momentos pois em nossa oração pessoal, a cada dia o Espírito Santo pode nos relembrar algo a mais para renunciar. Iniciamos com a renúncia, pois Jesus nos ensinou que “… se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16, 24) e ainda que “… qualquer um de vós que não renuncia a tudo o possui não pode ser meu discípulo” (Lc 14, 33). São muitos os ensinamentos na Sagrada Escritura que nos mostra que para caminhar no Senhor é preciso renunciar. E isso não é algo fácil de se fazer, lembremos no jovem rico que não pôde largar seus bens para seguir o Mestre. Ele conhecia Jesus, acreditava  n’Ele, mas estava aprisionado as suas coisas. Diante deste exemplo, Senhor, queremos colocar todo o nosso ser em suas mãos. Queremos abandonar tudo o que nos afasta de ti, mas nossa humanidade nos segura, nos aprisiona. Por isso vinde em nosso socorro, dai-nos intensão reta de renunciar tudo o que nos afasta de ti.

O que é renunciar? É combater, é lutar contra, é deixar de lado, é abandonar, é dizer não, é não querer (cf Ritual de Iniciação Cristã para Adultos (RICA), p. 170) tudo aquilo que nos impede de seguir a Deus. Somos convidados a renunciar ações, sentimentos, pensamentos e até a falsos cultos para aderir a vida cristã.

As coisas que devemos renunciar vão se colocando em nossa vida no momento em que paramos de vigiar e orar. Ou seja, quando nos afastamos da oração, da vida sacramental e da Palavra de Deus. E uma vez que elas se instalam em nossa vida, nos afastam mais e mais das práticas espirituais, como um círculo vicioso. Sem estar na presença de Deus, nossa vida velha quer retornar (palavreado, maneira de se vestir, lugares que frequentávamos, superstições, manias, idolatrias, sexualidade); nossos sentimentos e pensamentos são invadidos e nos afastamos da verdade que Deus nos revela, tornam-se tão grandes que parecem intransponíveis (raiva, tristeza, ressentimentos, desânimo, medos, ansiedades, angústia) e assim os frutos da carne vão sendo produzidos em nós, muitas vezes sem nem nos darmos conta deles.

O cotidiano pode produzir coisas das quais precisamos renunciar. Os afazeres, as atividades do dia a dia e o lazer, que são legítimas e bons em nossa vida, podem nos afastar dos planos de Deus. Assim, se a televisão, um filme, um programa me rouba o tempo de oração é preciso renunciá-los; se as atividades da Igreja não permitem que eu tenha intimidade com o Senhor, é preciso discernir o que realmente é chamado de Deus e renunciar aos que não são, e se meus afazeres ou meu trabalho me tomam tanto tempo que sobra tão pouco para Deus, como me organizar para dar a Deus o que é d´Ele e assim viver a justiça? É preciso nos perguntar: Como temos passado o nosso tempo? Tenho gasto tanto tempo em atividades e distrações que não tenho tempo para orar? Quanto tempo que tenho destinado para nossa intimidade com Deus? Por mais que dediquemos nosso tempo ao serviço de Deus, isso não gera a intimidade necessária para permanecermos em sua presença. É na oração pessoal, nas práticas espirituais que obtemos essa intimidade.

Ainda precisamos renunciar as doutrinas, crenças e atividades que recebemos ao longo de nossa vida e que não condizem com a verdade revelada pelo Senhor e que por isso nos afastam d´Ele. É preciso renunciar as superstições, aos sincretismos religiosos, as crendices, as doutrinas e atividades propostas nas seitas que por ventura pudemos ter participado, seja diretamente ou indiretamente.

Por fim, quero terminar relembrando que a renúncia é pessoal, é um ato de vontade de querer ter Jesus como único Senhor e salvador. Por isso o mais importante na renúncia é retirar os entulhos para sermos totalmente do Senhor, pois reconhecemos o nosso nada e o tudo o que Deus é em nós. Para que possamos ir além da reflexão, abaixo proponho uma oração de renúncia, lembrando que aquilo que você precisa renunciar e não está na oração deve ser renunciado. É só proclamar: “Eu renuncio, em nome de Jesus, … e ao final declarar o Senhorio de Jesus em sua vida.

 

Oração de Renúncia (baseada na oração do Pe. Vagner Baia)

Senhor Jesus, por este sinal da Cruz, envolva a todos nós, nossos familiares e bens no Seu amor, Seu poder e no Seu Sangue, para que o inimigo não nos possa prejudicar.

Em nome de Jesus Cristo, pelo Sangue derramado na Cruz para nossa redenção, eu renuncio a toda contaminação maligna e creio que Teu Sangue me lava e me liberta e que o inimigo não tem mais poder sobre mim: creio que Teu fogo de amor me queima e me purifica de todos os males.

Eu renuncio, em nome de Jesus, ao diabo, autor e princípio de todo mal, de todo pecado e pai da mentira.

Eu renuncio, em nome de Jesus a toda impaciência e raiva; ao ressentimento e mágoa; à tensão nervosa e agressividade; ao juízo temerário e presunção; a ira e ao ódio; a fofoca, mentira e calúnia.

Eu renuncio, em nome de Jesus, ao desânimo e tristeza; à melancolia e solidão; ao fracasso e frustração; à desconfiança do amor de Deus e do próximo; a auto rejeição e auto condenação; ao complexo de inferioridade e auto piedade; a ansiedade, a angústia e a preocupação exagerada; aos traumas e doenças; ao desequilíbrio emocional e psíquico; a autodestruição.

Eu renuncio, em nome de Jesus, aos medos que me aprisionam: medo de Deus e de Satanás; medo das pessoas, animais e coisas; medo do futuro, da doença e da morte; medo de altura e do escuro; medo de acidentes e de assaltos; medo de perder a minha imagem e prestígio; medo de falar em público e testemunhar o Evangelho; medo da perda de um familiar e da condenação eterna, outros medos (acrescente aqui os medos que tem lhe aprisionado).

Eu renuncio, em nome de Jesus, a vingança; ao desejo de fracasso e morte das pessoas; a injustiça e exploração da pessoa humana; ao espírito de revolta contra Deus, contra meu irmão e contra mim mesmo, não aceitando minhas fraquezas; a toda e qualquer herança de maldição que venha dos meus pais por envolvimento com coisas ocultas e falsas doutrinas, se participaram ou me levaram a participar.

Eu renuncio, em nome de Jesus a avareza; ao apego ao dinheiro, às coisas, pessoas ou cargos; a gula, drogas e cigarros, ao alcoolismo, blasfêmia e sacrilégio; ao ciúme e inveja; preguiça e hipocrisia; ao fingimento, falsidade e adulação.

Eu renuncio, em nome de Jesus, ao palavrão e piada obscena; ao sexo desenfreado e luxúria; a sexualidade fora do plano de Deus como masturbação e fornicação (sexo antes do casamento); de prostituição e adultério; orgias e pornografia e outras práticas contrárias contrárias às leis de Deus; a autossuficiência e egoísmo, a vaidade orgulho e status; a materialismo e consumismo; a ambição e poder; furtos e roubos.

Eu renuncio, em nome de Jesus, a superstição e descrença; a dúvida religiosa; a consultas e práticas como horóscopo, sortista, cartomantes, tarô, controle da mente, pirâmide, meditação transcendental; a idolatria falsas religiões e esoterismo.

Eu renuncio, em nome de Jesus, a toda participação  em magia negra e bruxaria; em cerimônias ocultas e que invocam espíritos; por procurar benzedeira e participar em festas pagãs que invocam entidades; a simpatias e amarrações; a todo espírito que invocaram sobre mim e seus passes; a toda herança de maldição das falsas religiões que trago dos meus antepassados.

Eu renuncio, em nome de Jesus, a todas as consagrações feitas a qualquer entidade; a todas oferendas, banhos, rodas de fogo, incensos, iniciação, batismo e desenvolvimento nas falsas religiões.

Eu renuncio, em nome de Jesus, aos remédios, cirurgias e tratamentos realizados em centros espíritas; aos trabalhos de despachos, maldições e pragas que lançaram contra mime minha família e que eu possa ter laçado contra alguém; aos objetos supersticiosos, amuletos figas arruda, romãs, duendes, bruxas, correntes, joias, cristais e objeto de energização.

Eu renuncio, em nome de Jesus, aos livros filmes, revistas, músicas e literaturas de doutrinas contrárias a lei de Deus e seus ensinamentos como o satanismo e outros; a todo o espírito mau e a brincadeira de pêndulo e do copo; às adivinhações e todo o modo de viver não cristão.

Em nome de Jesus e pelo Seu preciosíssimo Sangue que me lavou e me redimiu, já assumindo o meu batismo, a partir de agora aceito uma só Fé, um só Batismo, uma só Esperança, o Senhor Jesus Cristo meu Salvador, e creio que fora dEle não há salvação; ordeno que todo espírito mau que tenha me deixado, vá agora aos pés de Jesus e que não volte mais para me prejudicar.

Creio e um só Senhor, Jesus Cristo. Declaro agora Jesus como meu único Senhor e salvador, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus Verdadeiro de Deus Verdadeiro, e proclamo o seu Senhorio em minha vida. Peço-vos Senhor, que encha-me com teu Santo Espírito, preenchendo todos os vazios e me conduzindo a sua vontade.

Obrigado Senhor, por ter me libertado. Glorifico-te pela vida nova em Cristo. Que teus anjos me defendam no combate e que Maria interceda por nós para que permaneçamos no Senhor. Amém.

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VIVENDO O TEMA DE 2015: Se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito

Após meditarmos sobre o tema do ENF 2015 através da Rede de Intercessão de abril de 2015, desejei trabalhar durante este ano em subtemas que nos auxiliarão a andar no Espírito. Vou começar essa caminhada propondo uma reflexão a partir da união do tema com a proposta de ação para o nosso Estado de “Resgatar, Guardar e Propagar a identidade da RCC. Somos o povo que batizado no Espírito Santo, procura viver suas consequências, ou seja, viver e andar segundo o Espírito.

Como na história da salvação, o Povo Hebreu precisou da intervenção divina nos momentos de necessidades, dúvidas e mudanças de rotas devido a idolatrias ou cegueira. Nós, como eles, diante das necessidades, dúvidas e desvios, necessitamos que o Senhor venha em nosso socorro intervindo para que seus planos se realizem em nossa vida tanto a nível pessoal quanto de serviço. Como membros do movimento da RCC, o Senhor revela suas intervenções através das moções anuais que são comunicados no Encontro Nacional de Formação. Desta forma, a cada ano Deus nos possibilita uma nova chance de mudança de vida e de direção para que sejamos reconduzidos aos caminhos/planos D´Ele.

Este ano o Senhor nos exorta e nos convida: “se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito” (Gl 5, 25). Nos exorta, pois se fomos chamados a viver Pentecostes de forma mais efetiva e plena, deixando-nos batizar no Espírito Santo e viver em liberdade nele, é preciso refletir se realmente estamos vivendo nossa identidade de Renovação Carismática Católica. Lembremos que nosso movimento é um sonho de Deus de renovar a Igreja através de um novo derramamento do Espírito, de uma ação poderosa de Deus em nossa vida, em nossa história, ao nosso redor.

Já no início da Igreja, pela ação do Espírito Santo, aprendemos que uma pregação proclamada converte milhares (At, 2, 41), uma intercessão realizada liberta do cárcere (At 12, 5), uma oração a um necessitado cura-lhe as feridas (At 3, 6), uma formação ungida gera unidade e conduz pelos planos do Senhor (At 2, 42ss)…

Com essa direção Deus também nos faz um convite. Não importa por onde andamos até agora, não importa os atalhos, os desvios e as promessas de facilidades e prosperidades, o que realmente importa é voltarmos ao caminho do Senhor e andar de acordo com o Seu Espírito. E por isso queremos orar: “Reconduzi-nos a vós, Senhor; e voltaremos. Fazei-nos reviver os dias de outrora” (Lm 5, 21). Queremos voltar a andar no Espírito em santidade, em oração, em serviço… Dai-nos a graça, dai-nos o dom do alto, dai-nos mais uma vez, o seu Espírito.

Essa é a proposta para toda a RCC. Que se torna ação na RCC-RJ como “Resgatar, Guardar e Propagar a identidade da RCC. Onde Resgatar nos convida a retornar ao nosso carisma fundante, a nossa identidade, ao primeiro amor. Isso significa voltar: a oração pessoal, a ler a Sagrada Escritura, às práticas espirituais. A voltar ainda aos reais propósitos de Deus para o Grupo de Oração. Guardar é ser um líder insistente, uma sentinela da identidade que procura canalizar suas ações para que todas as pessoas da RCC sejam realmente batizadas no Espírito Santo. Por fim, Propagar é levar os Grupos de Oração a uma vida missionária de levar o Batismo no Espírito Santo onde o Senhor nos enviar, até os confins da terra.

Seguindo esses passos, o Ministério de Intercessão avança até alcançar a vontade de Deus. Se estamos parados, levantemos acampamento e voltemos a caminhar. Se estamos voltando a vida anterior, é tempo de parar e voltar ao caminho de conversão, de enamoramento, de primeiro anúncio, de redescoberta do amor e do poder de Deus em nossa vida. Se trilhamos caminho não guiados pelo Senhor, é tempo de entregar tudo a Deus, de viver a obediência e a humildade e de voltar-nos para o que é d´Ele.

Para aderir a este convite de Deus vivendo o Sonho que Ele tem para nós e nos deixar reconduzir à vida no Espírito, mensalmente iremos nos colocar como barro na mão do oleiro para que sejamos feitos de novo. Daremos início aos nossos passos, primeiramente fazendo a reflexão sobre a vivência de nossa identidade: estou vivendo e sendo canal do Espírito Santo em meu grupo de oração, em meu ministério, em minha casa? Estou realmente vivendo minha espiritualidade? Permito que o Senhor me use como instrumento para sua glória? Tenho vivido mais na carne ou no Espírito (fazer a leitura orante de Gl 5, 16 – 25)? Minhas ações têm levado as pessoas a minha volta a serem batizadas no Espírito? Tenho partilhado a graça do Espírito Santo com toda a Igreja, como pede o Papa?

Reconhecendo-nos necessitados da ação de Deus em nossa vida, podemos dar ao Espírito Santo total liberdade para agir em nós. E assim dar continuidade ao caminho proposto por Deus, sabendo que ao nos desviarmos do plano de Deus, permitimos que nossos poços sejam aterrados ou sua água diminuída a tal ponto que nossos baldes não a alcancem; que levantem-se muros, construam-se muralhas, coloquem-se barreiras. Nossos próximos passos serão: retirar os destroços, as pedras, as ruínas que nos aprisionam, paralisam, amedrontam. O próximo será dado no próximo mês quando nos encontraremos mais uma vez aqui no Blog.

Um grande abraço e até lá!!!

Tania Nunes Simões

Coordenação Estadual do Ministério de Intercessão RJ

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